Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 50Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 50Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.21

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

 a) Especificação dos materiais:

Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 50Mpa, composto por:

Concreto usinado Fck50Mpa tipo CDC – Concreto Dosado em Central, CIMPOR ou equivalente técnico, nos elementos do tipo vigas e pilares;

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-60, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-50, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Formas de madeira tipo Pinus, considerado a possibilidade de reaproveitamento até 4 vezes, de 1ª qualidade.

b) Execução / Controle:

As fôrmas devem adaptar-se ao formato e às dimensões das peças da estrutura projetada. A fôrma deve ser suficientemente estanque, de modo a impedir a perda de pasta de cimento, admitindo-se como limite a surgência do agregado miúdo da superfície do concreto. Os elementos estruturantes das fôrmas devem ser dispostos de modo a manter o formato e a posição da fôrma durante toda sua utilização. Quando agentes destinados a facilitar a desmoldagem forem necessários, devem ser aplicados exclusivamente na fôrma antes da colocação da armadura e de maneira a não prejudicar a superfície do concreto. Agentes desmoldantes devem ser aplicados de acordo com as especificações do fabricante e normas nacionais, devendo ser evitados o excesso ou a falta do desmoldante. Salvo condição específica, os produtos utilizados não devem deixar resíduos na superfície do concreto

Em nenhum caso deve ser empregado na estrutura de concreto aço de qualidade diferente da especificada no projeto, sem aprovação prévia do projetista. Cada produto deve ser claramente identificado na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias. O processo de ancoragem dos componentes de armaduras por aderência ou por meio de dispositivos mecânicos deve seguir o que estabelece o projeto da estrutura.

Barras de aço para construção, telas soldadas e armaduras pré-fabricadas não devem ser danificadas durante as operações de transporte, estocagem, limpeza, manuseio e posicionamento no elemento estrutural. Cada produto deve ser claramente identificável na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias, e os produtos não podem ser estocados em contato direto com o solo.

A superfície da armadura deve estar livre de ferrugem e substâncias deletérias que possam afetar de maneira adversa o aço, o concreto ou a aderência entre esses materiais. Armaduras que apresentem produtos destacáveis na sua superfície em função de processo de corrosão devem passar por limpeza superficial antes do lançamento do concreto. Após limpeza deve ser feita uma avaliação das condições da armadura, em especial de eventuais reduções de seção. Armaduras levemente oxidadas por exposição ao tempo em ambientes de agressividade fraca a moderada, por períodos de até três meses, sem produtos destacáveis e sem redução de seção, podem ser empregadas em estruturas de concreto.

Os processos para preparo e montagem da armadura passiva devem atender ao que estabelece o projeto da estrutura. O corte das barras da armadura deve atender às indicações do projeto da estrutura, observadas as tolerâncias legais e projetuais.

A armadura deve ser posicionada e fixada no interior das fôrmas de acordo com as especificações de projeto, de modo que durante o lançamento do concreto se mantenha na posição estabelecida, conservando-se inalteradas as distâncias das barras entre si e com relação às faces internas das fôrmas. A montagem da armadura deve ser feita por amarração, utilizando arames. A distância entre pontos de amarração das barras das lajes deve ter afastamento máximo de 35 cm. O cobrimento especificado para a armadura no projeto deve ser mantido por dispositivos adequados ou espaçadores e sempre se refere à armadura mais exposta. É permitido o uso de espaçadores de concreto ou argamassa, desde que apresente relação água/cimento menor ou igual a 0,5, e espaçadores plásticos, ou metálicos com as partes em contato com a fôrma revestida com material plástico ou outro material similar. Não devem ser utilizados calços de aço cujo cobrimento, depois de lançado o concreto, tenha espessura menor do que o especificado no projeto.

O posicionamento das armaduras devem ser verificados e conferidos, inclusive quanto aos recobrimentos do conreto. maduras negativas deve ser objeto de cuidados especiais em relação à posição vertical. Para tanto, devem ser utilizados suportes rígidos e suficientemente espaçados para garantir o seu posicionamento.

A central fornecedora do concreto usinado deve assumir a responsabilidade pelo serviço e cumprir as prescrições relativas às etapas de preparo do concreto. A documentação relativa ao cumprimento destas prescrições e disposições deve ser disponibilizada para o responsável pela obra e arquivada na empresa de serviços de concretagem, sendo preservada durante o prazo previsto na legislação vigente.

A especificação do concreto deve levar em consideração todas as propriedades requeridas em projeto, em especial quanto à resistência característica, ao módulo de elasticidade do concreto e à durabilidade da estrutura, bem como às condições eventualmente necessárias em função do método de preparo escolhido e das condições de lançamento, adensamento e cura.

Antes do lançamento do concreto devem ser devidamente conferidas às dimensões e a posição (nivelamento e prumo) das fôrmas, a fim de assegurar que a geometria dos elementos estruturais e da estrutura como um todo estejam conforme o estabelecido no projeto. A superfície interna das fôrmas deve ser limpa e deve-se verificar a condição de estanqueidade das juntas, de maneira a evitar a perda de pasta ou argamassa. Nas fôrmas de paredes, pilares e vigas estreitas e altas, devem ser deixadas aberturas provisórias próximas ao fundo, para limpeza. Fôrmas construídas com materiais que absorvam umidade, como a madeira empregada devem ser molhadas até a saturação, para minimizar a perda de água do concreto, fazendo-se furos para escoamento da água em excesso, salvo especificação contrária em projeto.

O concreto deve ser lançado e adensado de modo que toda a armadura, além dos componentes embutidos previstos no projeto, sejam adequadamente envolvidos na massa de concreto. Em nenhuma hipótese deve ser realizado o lançamento do concreto após o início da pega. Concreto contaminado com solo ou outros materiais não deve ser lançado na estrutura. O concreto deve ser lançado o mais próximo possível de sua posição definitiva, evitando-se incrustação de argamassa nas paredes das fôrmas e nas armaduras. Devem ser tomadas precauções para manter a homogeneidade do concreto. No lançamento convencional, os caminhos não devem ter inclinação excessiva, de modo a evitar a segregação decorrente do transporte. O molde da fôrma deve ser preenchido de maneira uniforme, evitando o lançamento em pontos concentrados, que possa provocar deformações do sistema de fôrmas. O concreto deve ser lançado com técnica que elimine ou reduza significativamente a segregação entre seus componentes, observando-se maiores cuidados quanto maiores forem a altura de lançamento e a densidade de armadura. Estes cuidados devem ser majorados quando a altura de queda livre do concreto ultrapassar 2m, no caso de peças estreitas e altas, de modo a evitar a segregação e falta de argamassa (como nos pés depilares e nas juntas de concretagem de paredes).

Durante e imediatamente após o lançamento, o concreto deve ser vibrado ou apiloado contínua e energicamente com equipamento adequado à sua consistência. O adensamento deve ser cuidadoso para que o concreto preencha todos os recantos das fôrmas.

Deve ser evitada a manipulação excessiva do concreto, como processos de vibração muito demorados ou repetidos em um mesmo local, que provoca a segregação do material e a migração do material fino e da água para a superfície (exsudação), prejudicando a qualidade da superfície final com o consequente aparecimento de efeitos indesejáveis.

Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto deve ser curado e protegido contra agentes prejudiciais.

O descimbramento deve seguir o período mínimo indicado conforme segue:

– 3 dias para moldes das faces laterais;

– 7 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de vigas;

– 14 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de vigas.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a perfeita instalação do material, em conformidade com o projeto. Não serão aceitos para a execução das estruturas materiais que apresentem deformações, oxidações ou outras irregularidades de qualquer natureza, mesmo que provenientes de falha no transporte, armazenamento, fabricação e/ou instalação.

As estruturas deverão ser verificadas quando da sua entrega, após transcorrido o período mínimo de 30 dias, para verificação de sua integridade, estabilidade, rigidez e correção. Fissuras, cedimentos,

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais e mão-de-obra necessários ao transporte, entrega e instalação da armadura, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares. A medição será efetuada por m³ para volume de concreto, Kg para ferros em geral e m² para formas.

Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 40Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 40Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.21

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

 a) Especificação dos materiais:

Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 40Mpa, composto por:

Concreto usinado Fck40Mpa tipo CDC – Concreto Dosado em Central, CIMPOR ou equivalente técnico, nos elementos do tipo vigas e pilares;

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-60, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-50, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Formas de madeira tipo Pinus, considerado a possibilidade de reaproveitamento até 4 vezes, de 1ª qualidade.

b) Execução / Controle:

As fôrmas devem adaptar-se ao formato e às dimensões das peças da estrutura projetada. A fôrma deve ser suficientemente estanque, de modo a impedir a perda de pasta de cimento, admitindo-se como limite a surgência do agregado miúdo da superfície do concreto. Os elementos estruturantes das fôrmas devem ser dispostos de modo a manter o formato e a posição da fôrma durante toda sua utilização. Quando agentes destinados a facilitar a desmoldagem forem necessários, devem ser aplicados exclusivamente na fôrma antes da colocação da armadura e de maneira a não prejudicar a superfície do concreto. Agentes desmoldantes devem ser aplicados de acordo com as especificações do fabricante e normas nacionais, devendo ser evitados o excesso ou a falta do desmoldante. Salvo condição específica, os produtos utilizados não devem deixar resíduos na superfície do concreto

Em nenhum caso deve ser empregado na estrutura de concreto aço de qualidade diferente da especificada no projeto, sem aprovação prévia do projetista. Cada produto deve ser claramente identificado na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias. O processo de ancoragem dos componentes de armaduras por aderência ou por meio de dispositivos mecânicos deve seguir o que estabelece o projeto da estrutura.

Barras de aço para construção, telas soldadas e armaduras pré-fabricadas não devem ser danificadas durante as operações de transporte, estocagem, limpeza, manuseio e posicionamento no elemento estrutural. Cada produto deve ser claramente identificável na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias, e os produtos não podem ser estocados em contato direto com o solo.

A superfície da armadura deve estar livre de ferrugem e substâncias deletérias que possam afetar de maneira adversa o aço, o concreto ou a aderência entre esses materiais. Armaduras que apresentem produtos destacáveis na sua superfície em função de processo de corrosão devem passar por limpeza superficial antes do lançamento do concreto. Após limpeza deve ser feita uma avaliação das condições da armadura, em especial de eventuais reduções de seção. Armaduras levemente oxidadas por exposição ao tempo em ambientes de agressividade fraca a moderada, por períodos de até três meses, sem produtos destacáveis e sem redução de seção, podem ser empregadas em estruturas de concreto.

Os processos para preparo e montagem da armadura passiva devem atender ao que estabelece o projeto da estrutura. O corte das barras da armadura deve atender às indicações do projeto da estrutura, observadas as tolerâncias legais e projetuais.

A armadura deve ser posicionada e fixada no interior das fôrmas de acordo com as especificações de projeto, de modo que durante o lançamento do concreto se mantenha na posição estabelecida, conservando-se inalteradas as distâncias das barras entre si e com relação às faces internas das fôrmas. A montagem da armadura deve ser feita por amarração, utilizando arames. A distância entre pontos de amarração das barras das lajes deve ter afastamento máximo de 35 cm. O cobrimento especificado para a armadura no projeto deve ser mantido por dispositivos adequados ou espaçadores e sempre se refere à armadura mais exposta. É permitido o uso de espaçadores de concreto ou argamassa, desde que apresente relação água/cimento menor ou igual a 0,5, e espaçadores plásticos, ou metálicos com as partes em contato com a fôrma revestida com material plástico ou outro material similar. Não devem ser utilizados calços de aço cujo cobrimento, depois de lançado o concreto, tenha espessura menor do que o especificado no projeto.

O posicionamento das armaduras devem ser verificados e conferidos, inclusive quanto aos recobrimentos do conreto. maduras negativas deve ser objeto de cuidados especiais em relação à posição vertical. Para tanto, devem ser utilizados suportes rígidos e suficientemente espaçados para garantir o seu posicionamento.

A central fornecedora do concreto usinado deve assumir a responsabilidade pelo serviço e cumprir as prescrições relativas às etapas de preparo do concreto. A documentação relativa ao cumprimento destas prescrições e disposições deve ser disponibilizada para o responsável pela obra e arquivada na empresa de serviços de concretagem, sendo preservada durante o prazo previsto na legislação vigente.

A especificação do concreto deve levar em consideração todas as propriedades requeridas em projeto, em especial quanto à resistência característica, ao módulo de elasticidade do concreto e à durabilidade da estrutura, bem como às condições eventualmente necessárias em função do método de preparo escolhido e das condições de lançamento, adensamento e cura.

Antes do lançamento do concreto devem ser devidamente conferidas às dimensões e a posição (nivelamento e prumo) das fôrmas, a fim de assegurar que a geometria dos elementos estruturais e da estrutura como um todo estejam conforme o estabelecido no projeto. A superfície interna das fôrmas deve ser limpa e deve-se verificar a condição de estanqueidade das juntas, de maneira a evitar a perda de pasta ou argamassa. Nas fôrmas de paredes, pilares e vigas estreitas e altas, devem ser deixadas aberturas provisórias próximas ao fundo, para limpeza. Fôrmas construídas com materiais que absorvam umidade, como a madeira empregada devem ser molhadas até a saturação, para minimizar a perda de água do concreto, fazendo-se furos para escoamento da água em excesso, salvo especificação contrária em projeto.

O concreto deve ser lançado e adensado de modo que toda a armadura, além dos componentes embutidos previstos no projeto, sejam adequadamente envolvidos na massa de concreto. Em nenhuma hipótese deve ser realizado o lançamento do concreto após o início da pega. Concreto contaminado com solo ou outros materiais não deve ser lançado na estrutura. O concreto deve ser lançado o mais próximo possível de sua posição definitiva, evitando-se incrustação de argamassa nas paredes das fôrmas e nas armaduras. Devem ser tomadas precauções para manter a homogeneidade do concreto. No lançamento convencional, os caminhos não devem ter inclinação excessiva, de modo a evitar a segregação decorrente do transporte. O molde da fôrma deve ser preenchido de maneira uniforme, evitando o lançamento em pontos concentrados, que possa provocar deformações do sistema de fôrmas. O concreto deve ser lançado com técnica que elimine ou reduza significativamente a segregação entre seus componentes, observando-se maiores cuidados quanto maiores forem a altura de lançamento e a densidade de armadura. Estes cuidados devem ser majorados quando a altura de queda livre do concreto ultrapassar 2m, no caso de peças estreitas e altas, de modo a evitar a segregação e falta de argamassa (como nos pés depilares e nas juntas de concretagem de paredes).

Durante e imediatamente após o lançamento, o concreto deve ser vibrado ou apiloado contínua e energicamente com equipamento adequado à sua consistência. O adensamento deve ser cuidadoso para que o concreto preencha todos os recantos das fôrmas.

Deve ser evitada a manipulação excessiva do concreto, como processos de vibração muito demorados ou repetidos em um mesmo local, que provoca a segregação do material e a migração do material fino e da água para a superfície (exsudação), prejudicando a qualidade da superfície final com o consequente aparecimento de efeitos indesejáveis.

Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto deve ser curado e protegido contra agentes prejudiciais.

O descimbramento deve seguir o período mínimo indicado conforme segue:

– 3 dias para moldes das faces laterais;

– 7 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de vigas;

– 14 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de vigas.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a perfeita instalação do material, em conformidade com o projeto. Não serão aceitos para a execução das estruturas materiais que apresentem deformações, oxidações ou outras irregularidades de qualquer natureza, mesmo que provenientes de falha no transporte, armazenamento, fabricação e/ou instalação.

As estruturas deverão ser verificadas quando da sua entrega, após transcorrido o período mínimo de 30 dias, para verificação de sua integridade, estabilidade, rigidez e correção. Fissuras, cedimentos,

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais e mão-de-obra necessários ao transporte, entrega e instalação da armadura, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares. A medição será efetuada por m³ para volume de concreto, Kg para ferros em geral e m² para formas.

Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 30Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 30Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

 a) Especificação dos materiais:

Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 30Mpa, composto por:

Concreto usinado Fck30Mpa tipo CDC – Concreto Dosado em Central, CIMPOR ou equivalente técnico, nos elementos do tipo vigas e pilares;

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-60, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-50, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Formas de madeira tipo Pinus, considerado a possibilidade de reaproveitamento até 4 vezes, de 1ª qualidade.

b) Execução / Controle:

As fôrmas devem adaptar-se ao formato e às dimensões das peças da estrutura projetada. A fôrma deve ser suficientemente estanque, de modo a impedir a perda de pasta de cimento, admitindo-se como limite a surgência do agregado miúdo da superfície do concreto. Os elementos estruturantes das fôrmas devem ser dispostos de modo a manter o formato e a posição da fôrma durante toda sua utilização. Quando agentes destinados a facilitar a desmoldagem forem necessários, devem ser aplicados exclusivamente na fôrma antes da colocação da armadura e de maneira a não prejudicar a superfície do concreto. Agentes desmoldantes devem ser aplicados de acordo com as especificações do fabricante e normas nacionais, devendo ser evitados o excesso ou a falta do desmoldante. Salvo condição específica, os produtos utilizados não devem deixar resíduos na superfície do concreto

Em nenhum caso deve ser empregado na estrutura de concreto aço de qualidade diferente da especificada no projeto, sem aprovação prévia do projetista. Cada produto deve ser claramente identificado na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias. O processo de ancoragem dos componentes de armaduras por aderência ou por meio de dispositivos mecânicos deve seguir o que estabelece o projeto da estrutura.

Barras de aço para construção, telas soldadas e armaduras pré-fabricadas não devem ser danificadas durante as operações de transporte, estocagem, limpeza, manuseio e posicionamento no elemento estrutural. Cada produto deve ser claramente identificável na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias, e os produtos não podem ser estocados em contato direto com o solo.

A superfície da armadura deve estar livre de ferrugem e substâncias deletérias que possam afetar de maneira adversa o aço, o concreto ou a aderência entre esses materiais. Armaduras que apresentem produtos destacáveis na sua superfície em função de processo de corrosão devem passar por limpeza superficial antes do lançamento do concreto. Após limpeza deve ser feita uma avaliação das condições da armadura, em especial de eventuais reduções de seção. Armaduras levemente oxidadas por exposição ao tempo em ambientes de agressividade fraca a moderada, por períodos de até três meses, sem produtos destacáveis e sem redução de seção, podem ser empregadas em estruturas de concreto.

Os processos para preparo e montagem da armadura passiva devem atender ao que estabelece o projeto da estrutura. O corte das barras da armadura deve atender às indicações do projeto da estrutura, observadas as tolerâncias legais e projetuais.

A armadura deve ser posicionada e fixada no interior das fôrmas de acordo com as especificações de projeto, de modo que durante o lançamento do concreto se mantenha na posição estabelecida, conservando-se inalteradas as distâncias das barras entre si e com relação às faces internas das fôrmas. A montagem da armadura deve ser feita por amarração, utilizando arames. A distância entre pontos de amarração das barras das lajes deve ter afastamento máximo de 35 cm. O cobrimento especificado para a armadura no projeto deve ser mantido por dispositivos adequados ou espaçadores e sempre se refere à armadura mais exposta. É permitido o uso de espaçadores de concreto ou argamassa, desde que apresente relação água/cimento menor ou igual a 0,5, e espaçadores plásticos, ou metálicos com as partes em contato com a fôrma revestida com material plástico ou outro material similar. Não devem ser utilizados calços de aço cujo cobrimento, depois de lançado o concreto, tenha espessura menor do que o especificado no projeto.

O posicionamento das armaduras devem ser verificados e conferidos, inclusive quanto aos recobrimentos do conreto. maduras negativas deve ser objeto de cuidados especiais em relação à posição vertical. Para tanto, devem ser utilizados suportes rígidos e suficientemente espaçados para garantir o seu posicionamento.

A central fornecedora do concreto usinado deve assumir a responsabilidade pelo serviço e cumprir as prescrições relativas às etapas de preparo do concreto. A documentação relativa ao cumprimento destas prescrições e disposições deve ser disponibilizada para o responsável pela obra e arquivada na empresa de serviços de concretagem, sendo preservada durante o prazo previsto na legislação vigente.

A especificação do concreto deve levar em consideração todas as propriedades requeridas em projeto, em especial quanto à resistência característica, ao módulo de elasticidade do concreto e à durabilidade da estrutura, bem como às condições eventualmente necessárias em função do método de preparo escolhido e das condições de lançamento, adensamento e cura.

Antes do lançamento do concreto devem ser devidamente conferidas às dimensões e a posição (nivelamento e prumo) das fôrmas, a fim de assegurar que a geometria dos elementos estruturais e da estrutura como um todo estejam conforme o estabelecido no projeto. A superfície interna das fôrmas deve ser limpa e deve-se verificar a condição de estanqueidade das juntas, de maneira a evitar a perda de pasta ou argamassa. Nas fôrmas de paredes, pilares e vigas estreitas e altas, devem ser deixadas aberturas provisórias próximas ao fundo, para limpeza. Fôrmas construídas com materiais que absorvam umidade, como a madeira empregada devem ser molhadas até a saturação, para minimizar a perda de água do concreto, fazendo-se furos para escoamento da água em excesso, salvo especificação contrária em projeto.

O concreto deve ser lançado e adensado de modo que toda a armadura, além dos componentes embutidos previstos no projeto, sejam adequadamente envolvidos na massa de concreto. Em nenhuma hipótese deve ser realizado o lançamento do concreto após o início da pega. Concreto contaminado com solo ou outros materiais não deve ser lançado na estrutura. O concreto deve ser lançado o mais próximo possível de sua posição definitiva, evitando-se incrustação de argamassa nas paredes das fôrmas e nas armaduras. Devem ser tomadas precauções para manter a homogeneidade do concreto. No lançamento convencional, os caminhos não devem ter inclinação excessiva, de modo a evitar a segregação decorrente do transporte. O molde da fôrma deve ser preenchido de maneira uniforme, evitando o lançamento em pontos concentrados, que possa provocar deformações do sistema de fôrmas. O concreto deve ser lançado com técnica que elimine ou reduza significativamente a segregação entre seus componentes, observando-se maiores cuidados quanto maiores forem a altura de lançamento e a densidade de armadura. Estes cuidados devem ser majorados quando a altura de queda livre do concreto ultrapassar 2m, no caso de peças estreitas e altas, de modo a evitar a segregação e falta de argamassa (como nos pés depilares e nas juntas de concretagem de paredes).

Durante e imediatamente após o lançamento, o concreto deve ser vibrado ou apiloado contínua e energicamente com equipamento adequado à sua consistência. O adensamento deve ser cuidadoso para que o concreto preencha todos os recantos das fôrmas.

Deve ser evitada a manipulação excessiva do concreto, como processos de vibração muito demorados ou repetidos em um mesmo local, que provoca a segregação do material e a migração do material fino e da água para a superfície (exsudação), prejudicando a qualidade da superfície final com o consequente aparecimento de efeitos indesejáveis.

Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto deve ser curado e protegido contra agentes prejudiciais.

O descimbramento deve seguir o período mínimo indicado conforme segue:

– 3 dias para moldes das faces laterais;

– 7 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de vigas;

– 14 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de vigas.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a perfeita instalação do material, em conformidade com o projeto. Não serão aceitos para a execução das estruturas materiais que apresentem deformações, oxidações ou outras irregularidades de qualquer natureza, mesmo que provenientes de falha no transporte, armazenamento, fabricação e/ou instalação.

As estruturas deverão ser verificadas quando da sua entrega, após transcorrido o período mínimo de 30 dias, para verificação de sua integridade, estabilidade, rigidez e correção. Fissuras, cedimentos,

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais e mão-de-obra necessários ao transporte, entrega e instalação da armadura, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares. A medição será efetuada por m³ para volume de concreto, Kg para ferros em geral e m² para formas.

Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 25Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 25Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

 a) Especificação dos materiais:

Vigas e Pilares em concreto armado, Fck 25Mpa, composto por:

Concreto usinado Fck25Mpa tipo CDC – Concreto Dosado em Central, CIMPOR ou equivalente técnico, nos elementos do tipo vigas e pilares;

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-60, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-50, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Formas de madeira tipo Pinus, considerado a possibilidade de reaproveitamento até 4 vezes, de 1ª qualidade.

b) Execução / Controle:

As fôrmas devem adaptar-se ao formato e às dimensões das peças da estrutura projetada. A fôrma deve ser suficientemente estanque, de modo a impedir a perda de pasta de cimento, admitindo-se como limite a surgência do agregado miúdo da superfície do concreto. Os elementos estruturantes das fôrmas devem ser dispostos de modo a manter o formato e a posição da fôrma durante toda sua utilização. Quando agentes destinados a facilitar a desmoldagem forem necessários, devem ser aplicados exclusivamente na fôrma antes da colocação da armadura e de maneira a não prejudicar a superfície do concreto. Agentes desmoldantes devem ser aplicados de acordo com as especificações do fabricante e normas nacionais, devendo ser evitados o excesso ou a falta do desmoldante. Salvo condição específica, os produtos utilizados não devem deixar resíduos na superfície do concreto

Em nenhum caso deve ser empregado na estrutura de concreto aço de qualidade diferente da especificada no projeto, sem aprovação prévia do projetista. Cada produto deve ser claramente identificado na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias. O processo de ancoragem dos componentes de armaduras por aderência ou por meio de dispositivos mecânicos deve seguir o que estabelece o projeto da estrutura.

Barras de aço para construção, telas soldadas e armaduras pré-fabricadas não devem ser danificadas durante as operações de transporte, estocagem, limpeza, manuseio e posicionamento no elemento estrutural. Cada produto deve ser claramente identificável na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias, e os produtos não podem ser estocados em contato direto com o solo.

A superfície da armadura deve estar livre de ferrugem e substâncias deletérias que possam afetar de maneira adversa o aço, o concreto ou a aderência entre esses materiais. Armaduras que apresentem produtos destacáveis na sua superfície em função de processo de corrosão devem passar por limpeza superficial antes do lançamento do concreto. Após limpeza deve ser feita uma avaliação das condições da armadura, em especial de eventuais reduções de seção. Armaduras levemente oxidadas por exposição ao tempo em ambientes de agressividade fraca a moderada, por períodos de até três meses, sem produtos destacáveis e sem redução de seção, podem ser empregadas em estruturas de concreto.

Os processos para preparo e montagem da armadura passiva devem atender ao que estabelece o projeto da estrutura. O corte das barras da armadura deve atender às indicações do projeto da estrutura, observadas as tolerâncias legais e projetuais.

A armadura deve ser posicionada e fixada no interior das fôrmas de acordo com as especificações de projeto, de modo que durante o lançamento do concreto se mantenha na posição estabelecida, conservando-se inalteradas as distâncias das barras entre si e com relação às faces internas das fôrmas. A montagem da armadura deve ser feita por amarração, utilizando arames. A distância entre pontos de amarração das barras das lajes deve ter afastamento máximo de 35 cm. O cobrimento especificado para a armadura no projeto deve ser mantido por dispositivos adequados ou espaçadores e sempre se refere à armadura mais exposta. É permitido o uso de espaçadores de concreto ou argamassa, desde que apresente relação água/cimento menor ou igual a 0,5, e espaçadores plásticos, ou metálicos com as partes em contato com a fôrma revestida com material plástico ou outro material similar. Não devem ser utilizados calços de aço cujo cobrimento, depois de lançado o concreto, tenha espessura menor do que o especificado no projeto.

O posicionamento das armaduras devem ser verificados e conferidos, inclusive quanto aos recobrimentos do conreto. maduras negativas deve ser objeto de cuidados especiais em relação à posição vertical. Para tanto, devem ser utilizados suportes rígidos e suficientemente espaçados para garantir o seu posicionamento.

A central fornecedora do concreto usinado deve assumir a responsabilidade pelo serviço e cumprir as prescrições relativas às etapas de preparo do concreto. A documentação relativa ao cumprimento destas prescrições e disposições deve ser disponibilizada para o responsável pela obra e arquivada na empresa de serviços de concretagem, sendo preservada durante o prazo previsto na legislação vigente.

A especificação do concreto deve levar em consideração todas as propriedades requeridas em projeto, em especial quanto à resistência característica, ao módulo de elasticidade do concreto e à durabilidade da estrutura, bem como às condições eventualmente necessárias em função do método de preparo escolhido e das condições de lançamento, adensamento e cura.

Antes do lançamento do concreto devem ser devidamente conferidas às dimensões e a posição (nivelamento e prumo) das fôrmas, a fim de assegurar que a geometria dos elementos estruturais e da estrutura como um todo estejam conforme o estabelecido no projeto. A superfície interna das fôrmas deve ser limpa e deve-se verificar a condição de estanqueidade das juntas, de maneira a evitar a perda de pasta ou argamassa. Nas fôrmas de paredes, pilares e vigas estreitas e altas, devem ser deixadas aberturas provisórias próximas ao fundo, para limpeza. Fôrmas construídas com materiais que absorvam umidade, como a madeira empregada devem ser molhadas até a saturação, para minimizar a perda de água do concreto, fazendo-se furos para escoamento da água em excesso, salvo especificação contrária em projeto.

O concreto deve ser lançado e adensado de modo que toda a armadura, além dos componentes embutidos previstos no projeto, sejam adequadamente envolvidos na massa de concreto. Em nenhuma hipótese deve ser realizado o lançamento do concreto após o início da pega. Concreto contaminado com solo ou outros materiais não deve ser lançado na estrutura. O concreto deve ser lançado o mais próximo possível de sua posição definitiva, evitando-se incrustação de argamassa nas paredes das fôrmas e nas armaduras. Devem ser tomadas precauções para manter a homogeneidade do concreto. No lançamento convencional, os caminhos não devem ter inclinação excessiva, de modo a evitar a segregação decorrente do transporte. O molde da fôrma deve ser preenchido de maneira uniforme, evitando o lançamento em pontos concentrados, que possa provocar deformações do sistema de fôrmas. O concreto deve ser lançado com técnica que elimine ou reduza significativamente a segregação entre seus componentes, observando-se maiores cuidados quanto maiores forem a altura de lançamento e a densidade de armadura. Estes cuidados devem ser majorados quando a altura de queda livre do concreto ultrapassar 2m, no caso de peças estreitas e altas, de modo a evitar a segregação e falta de argamassa (como nos pés depilares e nas juntas de concretagem de paredes).

Durante e imediatamente após o lançamento, o concreto deve ser vibrado ou apiloado contínua e energicamente com equipamento adequado à sua consistência. O adensamento deve ser cuidadoso para que o concreto preencha todos os recantos das fôrmas.

Deve ser evitada a manipulação excessiva do concreto, como processos de vibração muito demorados ou repetidos em um mesmo local, que provoca a segregação do material e a migração do material fino e da água para a superfície (exsudação), prejudicando a qualidade da superfície final com o consequente aparecimento de efeitos indesejáveis.

Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto deve ser curado e protegido contra agentes prejudiciais.

O descimbramento deve seguir o período mínimo indicado conforme segue:

– 3 dias para moldes das faces laterais;

– 7 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de vigas;

– 14 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de vigas.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a perfeita instalação do material, em conformidade com o projeto. Não serão aceitos para a execução das estruturas materiais que apresentem deformações, oxidações ou outras irregularidades de qualquer natureza, mesmo que provenientes de falha no transporte, armazenamento, fabricação e/ou instalação.

As estruturas deverão ser verificadas quando da sua entrega, após transcorrido o período mínimo de 30 dias, para verificação de sua integridade, estabilidade, rigidez e correção. Fissuras, cedimentos,

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais e mão-de-obra necessários ao transporte, entrega e instalação da armadura, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares. A medição será efetuada por m³ para volume de concreto, Kg para ferros em geral e m² para formas.

 

Lajes em concreto armado, Fck 45Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Lajes em concreto armado, Fck 45Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

 a) Especificação dos materiais:

Lajes em concreto armado, Fck 45Mpa, composto por:

Concreto usinado Fck45Mpa tipo CDC – Concreto Dosado em Central, CIMPOR ou equivalente técnico, nos elementos do tipo lajes;

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-60, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-50, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Formas de madeira tipo Pinus, considerado a possibilidade de reaproveitamento até 4 vezes, de 1ª qualidade.

b) Execução / Controle:

As fôrmas devem adaptar-se ao formato e às dimensões das peças da estrutura projetada. A fôrma deve ser suficientemente estanque, de modo a impedir a perda de pasta de cimento, admitindo-se como limite a surgência do agregado miúdo da superfície do concreto. Os elementos estruturantes das fôrmas devem ser dispostos de modo a manter o formato e a posição da fôrma durante toda sua utilização. Quando agentes destinados a facilitar a desmoldagem forem necessários, devem ser aplicados exclusivamente na fôrma antes da colocação da armadura e de maneira a não prejudicar a superfície do concreto. Agentes desmoldantes devem ser aplicados de acordo com as especificações do fabricante e normas nacionais, devendo ser evitados o excesso ou a falta do desmoldante. Salvo condição específica, os produtos utilizados não devem deixar resíduos na superfície do concreto

Em nenhum caso deve ser empregado na estrutura de concreto aço de qualidade diferente da especificada no projeto, sem aprovação prévia do projetista. Cada produto deve ser claramente identificado na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias. O processo de ancoragem dos componentes de armaduras por aderência ou por meio de dispositivos mecânicos deve seguir o que estabelece o projeto da estrutura.

Barras de aço para construção, telas soldadas e armaduras pré-fabricadas não devem ser danificadas durante as operações de transporte, estocagem, limpeza, manuseio e posicionamento no elemento estrutural. Cada produto deve ser claramente identificável na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias, e os produtos não podem ser estocados em contato direto com o solo.

A superfície da armadura deve estar livre de ferrugem e substâncias deletérias que possam afetar de maneira adversa o aço, o concreto ou a aderência entre esses materiais. Armaduras que apresentem produtos destacáveis na sua superfície em função de processo de corrosão devem passar por limpeza superficial antes do lançamento do concreto. Após limpeza deve ser feita uma avaliação das condições da armadura, em especial de eventuais reduções de seção. Armaduras levemente oxidadas por exposição ao tempo em ambientes de agressividade fraca a moderada, por períodos de até três meses, sem produtos destacáveis e sem redução de seção, podem ser empregadas em estruturas de concreto.

Os processos para preparo e montagem da armadura passiva devem atender ao que estabelece o projeto da estrutura. O corte das barras da armadura deve atender às indicações do projeto da estrutura, observadas as tolerâncias legais e projetuais.

A armadura deve ser posicionada e fixada no interior das fôrmas de acordo com as especificações de projeto, de modo que durante o lançamento do concreto se mantenha na posição estabelecida, conservando-se inalteradas as distâncias das barras entre si e com relação às faces internas das fôrmas. A montagem da armadura deve ser feita por amarração, utilizando arames. A distância entre pontos de amarração das barras das lajes deve ter afastamento máximo de 35 cm. O cobrimento especificado para a armadura no projeto deve ser mantido por dispositivos adequados ou espaçadores e sempre se refere à armadura mais exposta. É permitido o uso de espaçadores de concreto ou argamassa, desde que apresente relação água/cimento menor ou igual a 0,5, e espaçadores plásticos, ou metálicos com as partes em contato com a fôrma revestida com material plástico ou outro material similar. Não devem ser utilizados calços de aço cujo cobrimento, depois de lançado o concreto, tenha espessura menor do que o especificado no projeto.

O posicionamento das armaduras devem ser verificados e conferidos, inclusive quanto aos recobrimentos do conreto. maduras negativas deve ser objeto de cuidados especiais em relação à posição vertical. Para tanto, devem ser utilizados suportes rígidos e suficientemente espaçados para garantir o seu posicionamento.

A central fornecedora do concreto usinado deve assumir a responsabilidade pelo serviço e cumprir as prescrições relativas às etapas de preparo do concreto. A documentação relativa ao cumprimento destas prescrições e disposições deve ser disponibilizada para o responsável pela obra e arquivada na empresa de serviços de concretagem, sendo preservada durante o prazo previsto na legislação vigente.

A especificação do concreto deve levar em consideração todas as propriedades requeridas em projeto, em especial quanto à resistência característica, ao módulo de elasticidade do concreto e à durabilidade da estrutura, bem como às condições eventualmente necessárias em função do método de preparo escolhido e das condições de lançamento, adensamento e cura.

Antes do lançamento do concreto devem ser devidamente conferidas às dimensões e a posição (nivelamento e prumo) das fôrmas, a fim de assegurar que a geometria dos elementos estruturais e da estrutura como um todo estejam conforme o estabelecido no projeto. A superfície interna das fôrmas deve ser limpa e deve-se verificar a condição de estanqueidade das juntas, de maneira a evitar a perda de pasta ou argamassa. Nas fôrmas de paredes, pilares e vigas estreitas e altas, devem ser deixadas aberturas provisórias próximas ao fundo, para limpeza. Fôrmas construídas com materiais que absorvam umidade, como a madeira empregada devem ser molhadas até a saturação, para minimizar a perda de água do concreto, fazendo-se furos para escoamento da água em excesso, salvo especificação contrária em projeto.

O concreto deve ser lançado e adensado de modo que toda a armadura, além dos componentes embutidos previstos no projeto, sejam adequadamente envolvidos na massa de concreto. Em nenhuma hipótese deve ser realizado o lançamento do concreto após o início da pega. Concreto contaminado com solo ou outros materiais não deve ser lançado na estrutura. O concreto deve ser lançado o mais próximo possível de sua posição definitiva, evitando-se incrustação de argamassa nas paredes das fôrmas e nas armaduras. Devem ser tomadas precauções para manter a homogeneidade do concreto. No lançamento convencional, os caminhos não devem ter inclinação excessiva, de modo a evitar a segregação decorrente do transporte. O molde da fôrma deve ser preenchido de maneira uniforme, evitando o lançamento em pontos concentrados, que possa provocar deformações do sistema de fôrmas. O concreto deve ser lançado com técnica que elimine ou reduza significativamente a segregação entre seus componentes, observando-se maiores cuidados quanto maiores forem a altura de lançamento e a densidade de armadura. Estes cuidados devem ser majorados quando a altura de queda livre do concreto ultrapassar 2m, no caso de peças estreitas e altas, de modo a evitar a segregação e falta de argamassa (como nos pés depilares e nas juntas de concretagem de paredes).

Durante e imediatamente após o lançamento, o concreto deve ser vibrado ou apiloado contínua e energicamente com equipamento adequado à sua consistência. O adensamento deve ser cuidadoso para que o concreto preencha todos os recantos das fôrmas.

Deve ser evitada a manipulação excessiva do concreto, como processos de vibração muito demorados ou repetidos em um mesmo local, que provoca a segregação do material e a migração do material fino e da água para a superfície (exsudação), prejudicando a qualidade da superfície final com o consequente aparecimento de efeitos indesejáveis.

Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto deve ser curado e protegido contra agentes prejudiciais.

O descimbramento deve seguir o período mínimo indicado conforme segue:

– 3 dias para moldes das faces laterais;

– 7 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de vigas;

– 14 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de vigas.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a perfeita instalação do material, em conformidade com o projeto. Não serão aceitos para a execução das estruturas materiais que apresentem deformações, oxidações ou outras irregularidades de qualquer natureza, mesmo que provenientes de falha no transporte, armazenamento, fabricação e/ou instalação.

As estruturas deverão ser verificadas quando da sua entrega, após transcorrido o período mínimo de 30 dias, para verificação de sua integridade, estabilidade, rigidez e correção. Fissuras, cedimentos,

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais e mão-de-obra necessários ao transporte, entrega e instalação da armadura, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares. A medição será efetuada por m³ para volume de concreto, Kg para ferros em geral e m² para formas.

Lajes em concreto armado, Fck 35Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Lajes em concreto armado, Fck 35Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

 a) Especificação dos materiais:

Lajes em concreto armado, Fck 35Mpa, composto por:

Concreto usinado Fck35Mpa tipo CDC – Concreto Dosado em Central, CIMPOR ou equivalente técnico, nos elementos do tipo lajes;

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-60, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-50, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Formas de madeira tipo Pinus, considerado a possibilidade de reaproveitamento até 4 vezes, de 1ª qualidade.

b) Execução / Controle:

As fôrmas devem adaptar-se ao formato e às dimensões das peças da estrutura projetada. A fôrma deve ser suficientemente estanque, de modo a impedir a perda de pasta de cimento, admitindo-se como limite a surgência do agregado miúdo da superfície do concreto. Os elementos estruturantes das fôrmas devem ser dispostos de modo a manter o formato e a posição da fôrma durante toda sua utilização. Quando agentes destinados a facilitar a desmoldagem forem necessários, devem ser aplicados exclusivamente na fôrma antes da colocação da armadura e de maneira a não prejudicar a superfície do concreto. Agentes desmoldantes devem ser aplicados de acordo com as especificações do fabricante e normas nacionais, devendo ser evitados o excesso ou a falta do desmoldante. Salvo condição específica, os produtos utilizados não devem deixar resíduos na superfície do concreto

Em nenhum caso deve ser empregado na estrutura de concreto aço de qualidade diferente da especificada no projeto, sem aprovação prévia do projetista. Cada produto deve ser claramente identificado na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias. O processo de ancoragem dos componentes de armaduras por aderência ou por meio de dispositivos mecânicos deve seguir o que estabelece o projeto da estrutura.

Barras de aço para construção, telas soldadas e armaduras pré-fabricadas não devem ser danificadas durante as operações de transporte, estocagem, limpeza, manuseio e posicionamento no elemento estrutural. Cada produto deve ser claramente identificável na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias, e os produtos não podem ser estocados em contato direto com o solo.

A superfície da armadura deve estar livre de ferrugem e substâncias deletérias que possam afetar de maneira adversa o aço, o concreto ou a aderência entre esses materiais. Armaduras que apresentem produtos destacáveis na sua superfície em função de processo de corrosão devem passar por limpeza superficial antes do lançamento do concreto. Após limpeza deve ser feita uma avaliação das condições da armadura, em especial de eventuais reduções de seção. Armaduras levemente oxidadas por exposição ao tempo em ambientes de agressividade fraca a moderada, por períodos de até três meses, sem produtos destacáveis e sem redução de seção, podem ser empregadas em estruturas de concreto.

Os processos para preparo e montagem da armadura passiva devem atender ao que estabelece o projeto da estrutura. O corte das barras da armadura deve atender às indicações do projeto da estrutura, observadas as tolerâncias legais e projetuais.

A armadura deve ser posicionada e fixada no interior das fôrmas de acordo com as especificações de projeto, de modo que durante o lançamento do concreto se mantenha na posição estabelecida, conservando-se inalteradas as distâncias das barras entre si e com relação às faces internas das fôrmas. A montagem da armadura deve ser feita por amarração, utilizando arames. A distância entre pontos de amarração das barras das lajes deve ter afastamento máximo de 35 cm. O cobrimento especificado para a armadura no projeto deve ser mantido por dispositivos adequados ou espaçadores e sempre se refere à armadura mais exposta. É permitido o uso de espaçadores de concreto ou argamassa, desde que apresente relação água/cimento menor ou igual a 0,5, e espaçadores plásticos, ou metálicos com as partes em contato com a fôrma revestida com material plástico ou outro material similar. Não devem ser utilizados calços de aço cujo cobrimento, depois de lançado o concreto, tenha espessura menor do que o especificado no projeto.

O posicionamento das armaduras devem ser verificados e conferidos, inclusive quanto aos recobrimentos do conreto. maduras negativas deve ser objeto de cuidados especiais em relação à posição vertical. Para tanto, devem ser utilizados suportes rígidos e suficientemente espaçados para garantir o seu posicionamento.

A central fornecedora do concreto usinado deve assumir a responsabilidade pelo serviço e cumprir as prescrições relativas às etapas de preparo do concreto. A documentação relativa ao cumprimento destas prescrições e disposições deve ser disponibilizada para o responsável pela obra e arquivada na empresa de serviços de concretagem, sendo preservada durante o prazo previsto na legislação vigente.

A especificação do concreto deve levar em consideração todas as propriedades requeridas em projeto, em especial quanto à resistência característica, ao módulo de elasticidade do concreto e à durabilidade da estrutura, bem como às condições eventualmente necessárias em função do método de preparo escolhido e das condições de lançamento, adensamento e cura.

Antes do lançamento do concreto devem ser devidamente conferidas às dimensões e a posição (nivelamento e prumo) das fôrmas, a fim de assegurar que a geometria dos elementos estruturais e da estrutura como um todo estejam conforme o estabelecido no projeto. A superfície interna das fôrmas deve ser limpa e deve-se verificar a condição de estanqueidade das juntas, de maneira a evitar a perda de pasta ou argamassa. Nas fôrmas de paredes, pilares e vigas estreitas e altas, devem ser deixadas aberturas provisórias próximas ao fundo, para limpeza. Fôrmas construídas com materiais que absorvam umidade, como a madeira empregada devem ser molhadas até a saturação, para minimizar a perda de água do concreto, fazendo-se furos para escoamento da água em excesso, salvo especificação contrária em projeto.

O concreto deve ser lançado e adensado de modo que toda a armadura, além dos componentes embutidos previstos no projeto, sejam adequadamente envolvidos na massa de concreto. Em nenhuma hipótese deve ser realizado o lançamento do concreto após o início da pega. Concreto contaminado com solo ou outros materiais não deve ser lançado na estrutura. O concreto deve ser lançado o mais próximo possível de sua posição definitiva, evitando-se incrustação de argamassa nas paredes das fôrmas e nas armaduras. Devem ser tomadas precauções para manter a homogeneidade do concreto. No lançamento convencional, os caminhos não devem ter inclinação excessiva, de modo a evitar a segregação decorrente do transporte. O molde da fôrma deve ser preenchido de maneira uniforme, evitando o lançamento em pontos concentrados, que possa provocar deformações do sistema de fôrmas. O concreto deve ser lançado com técnica que elimine ou reduza significativamente a segregação entre seus componentes, observando-se maiores cuidados quanto maiores forem a altura de lançamento e a densidade de armadura. Estes cuidados devem ser majorados quando a altura de queda livre do concreto ultrapassar 2m, no caso de peças estreitas e altas, de modo a evitar a segregação e falta de argamassa (como nos pés depilares e nas juntas de concretagem de paredes).

Durante e imediatamente após o lançamento, o concreto deve ser vibrado ou apiloado contínua e energicamente com equipamento adequado à sua consistência. O adensamento deve ser cuidadoso para que o concreto preencha todos os recantos das fôrmas.

Deve ser evitada a manipulação excessiva do concreto, como processos de vibração muito demorados ou repetidos em um mesmo local, que provoca a segregação do material e a migração do material fino e da água para a superfície (exsudação), prejudicando a qualidade da superfície final com o consequente aparecimento de efeitos indesejáveis.

Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto deve ser curado e protegido contra agentes prejudiciais.

O descimbramento deve seguir o período mínimo indicado conforme segue:

– 3 dias para moldes das faces laterais;

– 7 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de vigas;

– 14 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de vigas.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a perfeita instalação do material, em conformidade com o projeto. Não serão aceitos para a execução das estruturas materiais que apresentem deformações, oxidações ou outras irregularidades de qualquer natureza, mesmo que provenientes de falha no transporte, armazenamento, fabricação e/ou instalação.

As estruturas deverão ser verificadas quando da sua entrega, após transcorrido o período mínimo de 30 dias, para verificação de sua integridade, estabilidade, rigidez e correção. Fissuras, cedimentos,

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais e mão-de-obra necessários ao transporte, entrega e instalação da armadura, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares. A medição será efetuada por m³ para volume de concreto, Kg para ferros em geral e m² para formas.

Lajes em concreto armado, Fck 25Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Lajes em concreto armado, Fck 25Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

 a) Especificação dos materiais:

Lajes em concreto armado, Fck 25Mpa, composto por:

Concreto usinado Fck25Mpa tipo CDC – Concreto Dosado em Central, CIMPOR ou equivalente técnico, nos elementos do tipo lajes;

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-60, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-50, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Formas de madeira tipo Pinus, considerado a possibilidade de reaproveitamento até 4 vezes, de 1ª qualidade.

b) Execução / Controle:

As fôrmas devem adaptar-se ao formato e às dimensões das peças da estrutura projetada. A fôrma deve ser suficientemente estanque, de modo a impedir a perda de pasta de cimento, admitindo-se como limite a surgência do agregado miúdo da superfície do concreto. Os elementos estruturantes das fôrmas devem ser dispostos de modo a manter o formato e a posição da fôrma durante toda sua utilização. Quando agentes destinados a facilitar a desmoldagem forem necessários, devem ser aplicados exclusivamente na fôrma antes da colocação da armadura e de maneira a não prejudicar a superfície do concreto. Agentes desmoldantes devem ser aplicados de acordo com as especificações do fabricante e normas nacionais, devendo ser evitados o excesso ou a falta do desmoldante. Salvo condição específica, os produtos utilizados não devem deixar resíduos na superfície do concreto

Em nenhum caso deve ser empregado na estrutura de concreto aço de qualidade diferente da especificada no projeto, sem aprovação prévia do projetista. Cada produto deve ser claramente identificado na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias. O processo de ancoragem dos componentes de armaduras por aderência ou por meio de dispositivos mecânicos deve seguir o que estabelece o projeto da estrutura.

Barras de aço para construção, telas soldadas e armaduras pré-fabricadas não devem ser danificadas durante as operações de transporte, estocagem, limpeza, manuseio e posicionamento no elemento estrutural. Cada produto deve ser claramente identificável na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias, e os produtos não podem ser estocados em contato direto com o solo.

A superfície da armadura deve estar livre de ferrugem e substâncias deletérias que possam afetar de maneira adversa o aço, o concreto ou a aderência entre esses materiais. Armaduras que apresentem produtos destacáveis na sua superfície em função de processo de corrosão devem passar por limpeza superficial antes do lançamento do concreto. Após limpeza deve ser feita uma avaliação das condições da armadura, em especial de eventuais reduções de seção. Armaduras levemente oxidadas por exposição ao tempo em ambientes de agressividade fraca a moderada, por períodos de até três meses, sem produtos destacáveis e sem redução de seção, podem ser empregadas em estruturas de concreto.

Os processos para preparo e montagem da armadura passiva devem atender ao que estabelece o projeto da estrutura. O corte das barras da armadura deve atender às indicações do projeto da estrutura, observadas as tolerâncias legais e projetuais.

A armadura deve ser posicionada e fixada no interior das fôrmas de acordo com as especificações de projeto, de modo que durante o lançamento do concreto se mantenha na posição estabelecida, conservando-se inalteradas as distâncias das barras entre si e com relação às faces internas das fôrmas. A montagem da armadura deve ser feita por amarração, utilizando arames. A distância entre pontos de amarração das barras das lajes deve ter afastamento máximo de 35 cm. O cobrimento especificado para a armadura no projeto deve ser mantido por dispositivos adequados ou espaçadores e sempre se refere à armadura mais exposta. É permitido o uso de espaçadores de concreto ou argamassa, desde que apresente relação água/cimento menor ou igual a 0,5, e espaçadores plásticos, ou metálicos com as partes em contato com a fôrma revestida com material plástico ou outro material similar. Não devem ser utilizados calços de aço cujo cobrimento, depois de lançado o concreto, tenha espessura menor do que o especificado no projeto.

O posicionamento das armaduras devem ser verificados e conferidos, inclusive quanto aos recobrimentos do conreto. maduras negativas deve ser objeto de cuidados especiais em relação à posição vertical. Para tanto, devem ser utilizados suportes rígidos e suficientemente espaçados para garantir o seu posicionamento.

A central fornecedora do concreto usinado deve assumir a responsabilidade pelo serviço e cumprir as prescrições relativas às etapas de preparo do concreto. A documentação relativa ao cumprimento destas prescrições e disposições deve ser disponibilizada para o responsável pela obra e arquivada na empresa de serviços de concretagem, sendo preservada durante o prazo previsto na legislação vigente.

A especificação do concreto deve levar em consideração todas as propriedades requeridas em projeto, em especial quanto à resistência característica, ao módulo de elasticidade do concreto e à durabilidade da estrutura, bem como às condições eventualmente necessárias em função do método de preparo escolhido e das condições de lançamento, adensamento e cura.

Antes do lançamento do concreto devem ser devidamente conferidas às dimensões e a posição (nivelamento e prumo) das fôrmas, a fim de assegurar que a geometria dos elementos estruturais e da estrutura como um todo estejam conforme o estabelecido no projeto. A superfície interna das fôrmas deve ser limpa e deve-se verificar a condição de estanqueidade das juntas, de maneira a evitar a perda de pasta ou argamassa. Nas fôrmas de paredes, pilares e vigas estreitas e altas, devem ser deixadas aberturas provisórias próximas ao fundo, para limpeza. Fôrmas construídas com materiais que absorvam umidade, como a madeira empregada devem ser molhadas até a saturação, para minimizar a perda de água do concreto, fazendo-se furos para escoamento da água em excesso, salvo especificação contrária em projeto.

O concreto deve ser lançado e adensado de modo que toda a armadura, além dos componentes embutidos previstos no projeto, sejam adequadamente envolvidos na massa de concreto. Em nenhuma hipótese deve ser realizado o lançamento do concreto após o início da pega. Concreto contaminado com solo ou outros materiais não deve ser lançado na estrutura. O concreto deve ser lançado o mais próximo possível de sua posição definitiva, evitando-se incrustação de argamassa nas paredes das fôrmas e nas armaduras. Devem ser tomadas precauções para manter a homogeneidade do concreto. No lançamento convencional, os caminhos não devem ter inclinação excessiva, de modo a evitar a segregação decorrente do transporte. O molde da fôrma deve ser preenchido de maneira uniforme, evitando o lançamento em pontos concentrados, que possa provocar deformações do sistema de fôrmas. O concreto deve ser lançado com técnica que elimine ou reduza significativamente a segregação entre seus componentes, observando-se maiores cuidados quanto maiores forem a altura de lançamento e a densidade de armadura. Estes cuidados devem ser majorados quando a altura de queda livre do concreto ultrapassar 2m, no caso de peças estreitas e altas, de modo a evitar a segregação e falta de argamassa (como nos pés depilares e nas juntas de concretagem de paredes).

Durante e imediatamente após o lançamento, o concreto deve ser vibrado ou apiloado contínua e energicamente com equipamento adequado à sua consistência. O adensamento deve ser cuidadoso para que o concreto preencha todos os recantos das fôrmas.

Deve ser evitada a manipulação excessiva do concreto, como processos de vibração muito demorados ou repetidos em um mesmo local, que provoca a segregação do material e a migração do material fino e da água para a superfície (exsudação), prejudicando a qualidade da superfície final com o consequente aparecimento de efeitos indesejáveis.

Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto deve ser curado e protegido contra agentes prejudiciais.

O descimbramento deve seguir o período mínimo indicado conforme segue:

– 3 dias para moldes das faces laterais;

– 7 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de vigas;

– 14 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de vigas.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a perfeita instalação do material, em conformidade com o projeto. Não serão aceitos para a execução das estruturas materiais que apresentem deformações, oxidações ou outras irregularidades de qualquer natureza, mesmo que provenientes de falha no transporte, armazenamento, fabricação e/ou instalação.

As estruturas deverão ser verificadas quando da sua entrega, após transcorrido o período mínimo de 30 dias, para verificação de sua integridade, estabilidade, rigidez e correção. Fissuras, cedimentos,

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais e mão-de-obra necessários ao transporte, entrega e instalação da armadura, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares. A medição será efetuada por m³ para volume de concreto, Kg para ferros em geral e m² para formas.

 

Lajes em concreto armado, Fck 20Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Lajes em concreto armado, Fck 20Mpa, incluindo concreto em si, armaduras e formas.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

 a) Especificação dos materiais:

Lajes em concreto armado, Fck 20Mpa, composto por:

Concreto usinado Fck20Mpa tipo CDC – Concreto Dosado em Central, CIMPOR ou equivalente técnico, nos elementos do tipo lajes;

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-60, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Ferro do tipo vergalhão, para armadura estruturas de concreto armado, sendo ele do tipo CA-50, com espessuras variadas, GERDAU ou equivalente técnico.

– Formas de madeira tipo Pinus, considerado a possibilidade de reaproveitamento até 4 vezes, de 1ª qualidade.

b) Execução / Controle:

As fôrmas devem adaptar-se ao formato e às dimensões das peças da estrutura projetada. A fôrma deve ser suficientemente estanque, de modo a impedir a perda de pasta de cimento, admitindo-se como limite a surgência do agregado miúdo da superfície do concreto. Os elementos estruturantes das fôrmas devem ser dispostos de modo a manter o formato e a posição da fôrma durante toda sua utilização. Quando agentes destinados a facilitar a desmoldagem forem necessários, devem ser aplicados exclusivamente na fôrma antes da colocação da armadura e de maneira a não prejudicar a superfície do concreto. Agentes desmoldantes devem ser aplicados de acordo com as especificações do fabricante e normas nacionais, devendo ser evitados o excesso ou a falta do desmoldante. Salvo condição específica, os produtos utilizados não devem deixar resíduos na superfície do concreto

Em nenhum caso deve ser empregado na estrutura de concreto aço de qualidade diferente da especificada no projeto, sem aprovação prévia do projetista. Cada produto deve ser claramente identificado na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias. O processo de ancoragem dos componentes de armaduras por aderência ou por meio de dispositivos mecânicos deve seguir o que estabelece o projeto da estrutura.

Barras de aço para construção, telas soldadas e armaduras pré-fabricadas não devem ser danificadas durante as operações de transporte, estocagem, limpeza, manuseio e posicionamento no elemento estrutural. Cada produto deve ser claramente identificável na obra, de maneira a evitar trocas involuntárias, e os produtos não podem ser estocados em contato direto com o solo.

A superfície da armadura deve estar livre de ferrugem e substâncias deletérias que possam afetar de maneira adversa o aço, o concreto ou a aderência entre esses materiais. Armaduras que apresentem produtos destacáveis na sua superfície em função de processo de corrosão devem passar por limpeza superficial antes do lançamento do concreto. Após limpeza deve ser feita uma avaliação das condições da armadura, em especial de eventuais reduções de seção. Armaduras levemente oxidadas por exposição ao tempo em ambientes de agressividade fraca a moderada, por períodos de até três meses, sem produtos destacáveis e sem redução de seção, podem ser empregadas em estruturas de concreto.

Os processos para preparo e montagem da armadura passiva devem atender ao que estabelece o projeto da estrutura. O corte das barras da armadura deve atender às indicações do projeto da estrutura, observadas as tolerâncias legais e projetuais.

A armadura deve ser posicionada e fixada no interior das fôrmas de acordo com as especificações de projeto, de modo que durante o lançamento do concreto se mantenha na posição estabelecida, conservando-se inalteradas as distâncias das barras entre si e com relação às faces internas das fôrmas. A montagem da armadura deve ser feita por amarração, utilizando arames. A distância entre pontos de amarração das barras das lajes deve ter afastamento máximo de 35 cm. O cobrimento especificado para a armadura no projeto deve ser mantido por dispositivos adequados ou espaçadores e sempre se refere à armadura mais exposta. É permitido o uso de espaçadores de concreto ou argamassa, desde que apresente relação água/cimento menor ou igual a 0,5, e espaçadores plásticos, ou metálicos com as partes em contato com a fôrma revestida com material plástico ou outro material similar. Não devem ser utilizados calços de aço cujo cobrimento, depois de lançado o concreto, tenha espessura menor do que o especificado no projeto.

O posicionamento das armaduras devem ser verificados e conferidos, inclusive quanto aos recobrimentos do conreto. maduras negativas deve ser objeto de cuidados especiais em relação à posição vertical. Para tanto, devem ser utilizados suportes rígidos e suficientemente espaçados para garantir o seu posicionamento.

A central fornecedora do concreto usinado deve assumir a responsabilidade pelo serviço e cumprir as prescrições relativas às etapas de preparo do concreto. A documentação relativa ao cumprimento destas prescrições e disposições deve ser disponibilizada para o responsável pela obra e arquivada na empresa de serviços de concretagem, sendo preservada durante o prazo previsto na legislação vigente.

A especificação do concreto deve levar em consideração todas as propriedades requeridas em projeto, em especial quanto à resistência característica, ao módulo de elasticidade do concreto e à durabilidade da estrutura, bem como às condições eventualmente necessárias em função do método de preparo escolhido e das condições de lançamento, adensamento e cura.

Antes do lançamento do concreto devem ser devidamente conferidas às dimensões e a posição (nivelamento e prumo) das fôrmas, a fim de assegurar que a geometria dos elementos estruturais e da estrutura como um todo estejam conforme o estabelecido no projeto. A superfície interna das fôrmas deve ser limpa e deve-se verificar a condição de estanqueidade das juntas, de maneira a evitar a perda de pasta ou argamassa. Nas fôrmas de paredes, pilares e vigas estreitas e altas, devem ser deixadas aberturas provisórias próximas ao fundo, para limpeza. Fôrmas construídas com materiais que absorvam umidade, como a madeira empregada devem ser molhadas até a saturação, para minimizar a perda de água do concreto, fazendo-se furos para escoamento da água em excesso, salvo especificação contrária em projeto.

O concreto deve ser lançado e adensado de modo que toda a armadura, além dos componentes embutidos previstos no projeto, sejam adequadamente envolvidos na massa de concreto. Em nenhuma hipótese deve ser realizado o lançamento do concreto após o início da pega. Concreto contaminado com solo ou outros materiais não deve ser lançado na estrutura. O concreto deve ser lançado o mais próximo possível de sua posição definitiva, evitando-se incrustação de argamassa nas paredes das fôrmas e nas armaduras. Devem ser tomadas precauções para manter a homogeneidade do concreto. No lançamento convencional, os caminhos não devem ter inclinação excessiva, de modo a evitar a segregação decorrente do transporte. O molde da fôrma deve ser preenchido de maneira uniforme, evitando o lançamento em pontos concentrados, que possa provocar deformações do sistema de fôrmas. O concreto deve ser lançado com técnica que elimine ou reduza significativamente a segregação entre seus componentes, observando-se maiores cuidados quanto maiores forem a altura de lançamento e a densidade de armadura. Estes cuidados devem ser majorados quando a altura de queda livre do concreto ultrapassar 2m, no caso de peças estreitas e altas, de modo a evitar a segregação e falta de argamassa (como nos pés depilares e nas juntas de concretagem de paredes).

Durante e imediatamente após o lançamento, o concreto deve ser vibrado ou apiloado contínua e energicamente com equipamento adequado à sua consistência. O adensamento deve ser cuidadoso para que o concreto preencha todos os recantos das fôrmas.

Deve ser evitada a manipulação excessiva do concreto, como processos de vibração muito demorados ou repetidos em um mesmo local, que provoca a segregação do material e a migração do material fino e da água para a superfície (exsudação), prejudicando a qualidade da superfície final com o consequente aparecimento de efeitos indesejáveis.

Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto deve ser curado e protegido contra agentes prejudiciais.

O descimbramento deve seguir o período mínimo indicado conforme segue:

– 3 dias para moldes das faces laterais;

– 7 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 14 dias para moldes das faces inferiores de vigas;

– 14 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho inferior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de lajes, quando estas de tamanho superior a 6m;

– 21 dias para escoramentos de vigas.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a perfeita instalação do material, em conformidade com o projeto. Não serão aceitos para a execução das estruturas materiais que apresentem deformações, oxidações ou outras irregularidades de qualquer natureza, mesmo que provenientes de falha no transporte, armazenamento, fabricação e/ou instalação.

As estruturas deverão ser verificadas quando da sua entrega, após transcorrido o período mínimo de 30 dias, para verificação de sua integridade, estabilidade, rigidez e correção. Fissuras, cedimentos,

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais e mão-de-obra necessários ao transporte, entrega e instalação da armadura, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares. A medição será efetuada por m³ para volume de concreto, Kg para ferros em geral e m² para formas.

 

Estaca Protendida Premoldada 16×16 28T (toneladas).

Estaca Protendida Premoldada 16×16 28T

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Estaca Protendida Pré moldada de 28T até 30T, quadrada de seção de 16 x 16 cm, Resistência característica do concreto Fck > 35Mpa, Resistência característica do aço de protensão Fptk>1750Mpa, por metro, com 4,0 a 13,0m de profundidade (ou nega, conforme preceitos aqui determinados). PRECONCRETOS, ou equivalente técnico. Não será aceito emendas com menos de 10 metros de comprimento das estacas.

 b) Execução / Controle:

Os elementos pré-fabricados para estaqueamento possuem protensão ou armaduras compatíveis com os esforços a que são normalmente submetidos durante as operações de carga, descarga, arraste, içamento e cravação. Devem ser observados os seguintes cuidados: quando em posição horizontal as peças deverão ser apoiadas próximo aos quintos de seu comprimento (1/5) contados dos extremos; na operação de içamento das peças a suspensão deverá situar-se entre um quarto (1/4) e um terço (1/3) do comprimento a partir da ponta da suspensão.

O sistema de cravação deve estar sempre bem ajustado e com todos os seus elementos constituintes, tanto estruturais quanto acessórios, em perfeito estado, a fim de evitar quaisquer danos à estaca durante a cravação. O capacete de cravação deverá apresentar dimensões compatíveis com a seção de peça, com folga de cerca de 2cm. Entre a cabeça da estaca e o fundo do capacete de cravação deverá ser interposta almofada de madeira de cerca de 5cm de espessura, que deverá ser substituída sempre que danificada. O elemento pré-fabricado deverá estar no prumo mantendo o mesmo alinhamento com o conjunto capacete e martelo. O alinhamento do conjunto elemento pré-fabricado, capacete e martelo deve ser paralelo ao eixo longitudinal da torre guia. O uso de martelos mais pesados com menor altura de queda é mais eficiente que o de martelos mais leves com grande altura de queda. A relação entre o peso do martelo e o peso da estaca deve ser a maior possível não se devendo adotar martelos cujo peso seja inferior a 1500Kg e nem a relação entre o peso do martelo e o peso da estaca inferior a 0,7. A altura de queda do martelo deverá ser no máximo igual a 1m.

A estaca poderá ter o seu cravamento se as condições de resistência cumprirem o necessário para a resistência da fundação, se aplicando a verificação da Nega, pela fórmula de holandeses. A nega deve ser expressa em centímetros para cada 10 golpes ou em milímetros por golpe, considerando-se a altura de queda do martelo, de 1 metro. A confirmação da nega deve ser aferida em três séries de 10 golpes cada, para ser considerada e registrada em diário de obras. Os cálculos devem ser aferidos para a aprovação da utilização da nega e estes devem respeitar o mínimo de resistência solicitado no carregamento de cada estaca podendo ainda ampliar a dimensão das estacas caso não se encontre o suporte no solo para a carga projetada, conforme tabela de cálculo dos blocos e das estacas. Ainda, caso ocorra de se encontrar obstruções em níveis muito mais altos aqueles previstos junto ao projeto através da nega, procurar superá-las mesmo que o avanço da estaca seja muito lento, porém sem aumento excessivo da energia aplicada, sob a pena de danificar a estaca. Em caso de inclinações maiores que 5%, em relação ao eixo deverá ser recalculada à estaca a fim de se validar a cravação da mesma, assim como a ampliação do coeficiente de segurança nestes casos em 20%, inclinações maiores que 12%, deverá ser abandonada a estaca.

Preferencialmente, o corte do concreto da cabeça da estaca deverá ser feito manualmente, de modo a não causar danos à estaca, com uso de marreta e ponteiro, trabalhando com pequena inclinação para cima em relação à horizontal, deixando esta seção o mais plana possível. As armaduras longitudinais não deverão ser cortadas para permitir a ancoragem das mesmas nos blocos de coroamento. O comprimento da ancoragem da armadura necessário é de 50cm conforme imagem ao lado. Na medida do possível deve ser evitado o uso de martelete pneumático.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a perfeita instalação do material, em conformidade com o projeto. Não serão aceitos materiais que apresentem deformações, amassamentos, violações, oxidações ou outras irregularidades de qualquer natureza, mesmo que provenientes de falha no transporte, fabricação e/ou instalação.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais e mão-de-obra necessários ao transporte, entrega e instalação da armadura, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares. A medição será efetuada por unidade. Devido ao mercado possuir diversas estacas com resistências conforme a resistência do concreto e a quantidade de aço inserida dentro da peça e o seu processo de protensão quando existir, se trabalha com estaca com capacidade entre 28 e 30 toneladas (padrão da especificação do SINAPI, da estaca de 32T).

 

 

Laje Pré-moldada em Vigotas Protendidas e Tavela Cerâmica Espessura Total 12cm.

Laje Pré-moldada em Vigotas Protendidas e Tavela Cerâmica Espessura Total 12cm.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Laje pre-moldada com vigotas protendidas tipo tavela cerâmica, com cobrimento em concreto Fck = 20Mpa, com malha de reforço estrutural, espessura total 12cm.

b) Execução / Controle:

Deve respeitar a seguinte sequência de execução:

Escoramento

Esta é a primeira providência e uma das etapas mais importantes na execução de sua laje pré-fabricada. O escoramento deve ser feito antes da colocação das vigotas, apoiado em base firme. Sob as escoras, utilizar pedaços de tábua para uma melhor distribuição de cargas no solo. Todos os vãos acima de 1,30m devem ser escorados com linhas de escora colocadas no sentido inverso ao apoio das vigas.

Aplicação de Contra-flecha

A contra-flecha é utilizada como um recurso para compensar as consequências indesejáveis das deformações devidas à ação das cargas nas lajes. A contra-flecha, nem sempre necessária, deve ser aplicada na fase de execução do escoramento de acordo com o projeto de montagem da laje ou das medidas de contraflechas aplicadas.

Montagem

Distribuir as vigotas de cada vão de acordo com o sentido e tamanho indicado na planta de montagem. É necessário que elas apoiem no mínimo 5cm sobre o respaldo das paredes ou vigas. Iniciar a montagem com a vigota junto a uma das extremidades da laje e prosseguir a distribuição colocando entre elas uma tavela em cada extremidade. Não deixar folgas e manter a distribuição sempre no esquadro. Colocar o restante das tavelas e marcar os pontos de luz com a colocação de vigotas já furadas ou da caixas de luz. Cuidado, nunca caminhar diretamente sobre as tavelas, utilizar tábuas para transitar sobre a laje até a concretagem.

Nervura de travamento

Para garantir maior estabilidade e reduzir o efeito das deformações, é necessária a execução de nervuras transversais sempre que haja cargas concentradas a distribuir (paredes) ou quando o vão for superior a 4m, exigindo-se duas nervuras se o vão ultrapassar a 6m.

Armadura de Distribuição e Ferragem Negativa

A armadura de distribuição deve ser utilizada em todas as lajes, a ferragem deve ser distribuída no sentido transversal às vigotas com barras na bitola 5mm (3/16″) espaçadas no máximo a cada 30cm. Esta armadura é importante, pois evita a fissuração do concreto de capeamento. A ferragem negativa é utilizada para garantir a situação de apoio das vigas tanto nas laterais como nos apoios intermediários formando a continuidade nos encontros de vigas. Deve ser distribuída no mesmo sentido das vigas.

Concretagem

Molhar muito bem as vigotas e tavelas antes do lançamento do concreto para evitar que as peças absorvam a água de cura do concreto. Utilizar o traço recomendado no projeto de execução e montagem das lajes. Espalhar bem o concreto preenchendo todos os espaços vazios, principalmente nos encontros entre as vigotas e tavelas, garantindo a solidez do conjunto. Molhar a laje durante 5 dias após o capeamento, efetuando assim a cura do concreto. Retirar o escoramento somente 21 dias após a concretagem.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a locação, o alinhamento, o nivelamento, o prumo, as dimensões e o formato em conformidade com o projeto.  Não podem ser verificadas trincas ou quaisquer irregularidades decorrentes de deformações da estrutura.

d) Medição e Pagamento:

Esse preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários à execução da laje pre-moldada, incluindo acabamento e limpeza.

A medição será efetuada por m² (metro quadrado) de lastro de concreto efetivamente executado, apurando-se a área conforme as dimensões indicadas no projeto.