Grama-preta (Ophiopogon japonicus) – 36 mudas/m²

Grama-preta (Ophiopogon japonicus) – 36 mudas/m²

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Grama-preta, Ophiopogon japonicus. Família das liliáceas. Porte: arbusto de até 30 cm. Propagação por touceiras, adapta-se bem a sol pleno, meia sombra e sombra. Clima ameno. Perene. Ideal para ser usada como forração. Gosta de água, mas não de solo encharcado, podendo receber água 2 vezes por semana. Solo rico em matéria orgânica.

b) Execução / Controle

Sua implantação deve ser realizada junto ao término da obra, após a execução dos revestimentos externos.

É importante que antes do plantio a área esteja toda limpa, retirando-se raízes, pedaços de madeira, pedras, etc. embora as raízes e pedaços de madeira tendam a se decompor, esse processo é lento e, além disso, a presença desses elementos dificulta o nivelamento do terreno.

Uma vez que se tratam de grandes áreas que receberão forrações a pratica mais recomendada é a aplicação de herbicidas de pré-emergência ou pré-plantio à base de glifosato, que eliminam todas as plantas invasoras e impedem a germinação das sementes que já se encontram no solo.

É fundamental fazer o nivelamento do terreno, preenchendo os pontos baixos e aplainando as elevações. Dependendo da situação não é preciso deixar o terreno em nível, o relevo natural pode se mantido. O que se deve evitar é a presença de ressaltos ou buracos na área.

É necessário que se faça uma analise de solo para determinar as quantidades de corretivos e fertilizantes a serem adicionados ao solo.

O plantio de grama por placas é considerado mais rápido, prático e apresenta resultados imediatos, e portanto indicado no presente projeto. O terreno deve estar preparado conforme recomendações gerais e deve estar de 3 a 5 cm abaixo do nível final. No momento do plantio é necessário que ocorra um preenchimento do espaço existente com uma camada de cerca de 2cm com terra preta – substrato adubado, livre de patógenos e com Ph estabilizado. Antes do plantio o solo deve estar levemente umedecido.

Para áreas maiores ou de formato mais definido, delimitar a área a ser gramada com barbantes estendidos e presos a estacas de modo que ao colocar as placas, obtenham um traçado regular.

Dispor as placas de modo intercalado, evitando utilizar pedaços nas bordas do gramado, pois podem despedaçar. Caso necessário usá-las para ajustes internos.

Após fixar todas as placas, preencher os espaços entre estas com terra para que tenham melhor fechamento. Se a superfície ficar muito irregular, pode-se colocar uma camada de terra de boa qualidade sobre as placas a fim de nivelar o solo.

A grama que exceder os limites do gramado deve ser aparada. Para isso, colocar uma tabua na borda, subir sobre ela e remover com uma pá reta.

Adubação rica em nitrogênio no plantio pode prejudicar o gramado, provocando “queima”. Após 30-45 dias do plantio pode ser feita adubação com NPK 10-10-10 irrigando bem a seguir adubação de cobertura é realizada de 30 a 60 dias após o plantio, aplicando-se de 6 a 10 gramas de nitrogênio por m2, podendo-se optar por ureia ou sulfato de amônio. Essa adubação e realizada com o gramado seco, irrigando-se após a aplicação.

As mudas somente devem ser movimentadas e trabalhadas no momento do seu plantio em local definitivo, evitando assim a ocorrência de danos ás suas raízes.

A vegetação deve ser irrigada logo após o plantio, em especial nos primeiros 30 dias, quando a irrigação deve ser realizada no mínimo duas vezes ao dia. Especial cuidado também deve ser tomado em períodos de estiagem.

Tratamentos fitossanitários devem ser efetuados sempre que necessário, de acordo com diagnostico técnico e orientado pela legislação vigente relacionada ao assunto.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar o perfeito posicionamento dos exemplares, assim como as suas condições. Eventuais exemplares que não suportem o transporte ou replantio, nos primeiros 30 dias devem ser substituídas.

d)  Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos espécies vegetais, incluindo o transporte e plantio do mesmo, assim como a manutenção nos primeiros 30 dias de plantio, assim como eventuais ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários ao plantio.

A medição será efetuada por unidade implantada, apurando-se as quantidades conforme as indicações do projeto, por unidade para as gramas pretas.

 

Grama-Esmeralda (Zoysia japonica).

Grama-Esmeralda (Zoysia japonica).

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Grama esmeralda, Família das gramíneas. Porte: herbácea de até 15cm. Propagação por divisão de touceiras, adapta-se bem a sol pleno necessita de sol pleno, ou seja, ao menos 4 horas de sol direto todos os dias. Clima quente e úmido. Herbácea perene. Ideal para ser usada como forração. Suporta solo seco, podendo receber água 1 vez por semana. Solo arenoso.

b) Execução / Controle

Sua implantação deve ser realizada junto ao término da obra, após a execução dos revestimentos externos.

É importante que antes do plantio a área esteja toda limpa, retirando-se raízes, pedaços de madeira, pedras, etc. embora as raízes e pedaços de madeira tendam a se decompor, esse processo é lento e, além disso, a presença desses elementos dificulta o nivelamento do terreno.

Uma vez que se tratam de grandes áreas que receberão forrações a pratica mais recomendada é a aplicação de herbicidas de pré-emergência ou pré-plantio à base de glifosato, que eliminam todas as plantas invasoras e impedem a germinação das sementes que já se encontram no solo.

É fundamental fazer o nivelamento do terreno, preenchendo os pontos baixos e aplainando as elevações. Dependendo da situação não é preciso deixar o terreno em nível, o relevo natural pode se mantido. O que se deve evitar é a presença de ressaltos ou buracos na área.

É necessário que se faça uma analise de solo para determinar as quantidades de corretivos e fertilizantes a serem adicionados ao solo.

O plantio de grama por placas é considerado mais rápido, prático e apresenta resultados imediatos, e portanto indicado no presente projeto. O terreno deve estar preparado conforme recomendações gerais e deve estar de 3 a 5 cm abaixo do nível final. No momento do plantio é necessário que ocorra um preenchimento do espaço existente com uma camada de cerca de 2cm com terra preta – substrato adubado, livre de patógenos e com Ph estabilizado. Antes do plantio o solo deve estar levemente umedecido.

Para áreas maiores ou de formato mais definido, delimitar a área a ser gramada com barbantes estendidos e presos a estacas de modo que ao colocar as placas, obtenham um traçado regular.

Dispor as placas de modo intercalado, evitando utilizar pedaços nas bordas do gramado, pois podem despedaçar. Caso necessário usá-las para ajustes internos.

Após fixar todas as placas, preencher os espaços entre estas com terra para que tenham melhor fechamento. Se a superfície ficar muito irregular, pode-se colocar uma camada de terra de boa qualidade sobre as placas a fim de nivelar o solo.

A grama que exceder os limites do gramado deve ser aparada. Para isso, colocar uma tabua na borda, subir sobre ela e remover com uma pá reta.

Adubação rica em nitrogênio no plantio pode prejudicar o gramado, provocando “queima”. Após 30-45 dias do plantio pode ser feita adubação com NPK 10-10-10 irrigando bem a seguir adubação de cobertura é realizada de 30 a 60 dias após o plantio, aplicando-se de 6 a 10 gramas de nitrogênio por m2, podendo-se optar por ureia ou sulfato de amônio. Essa adubação e realizada com o gramado seco, irrigando-se após a aplicação.

As mudas somente devem ser movimentadas e trabalhadas no momento do seu plantio em local definitivo, evitando assim a ocorrência de danos ás suas raízes.

A vegetação deve ser irrigada logo após o plantio, em especial nos primeiros 30 dias, quando a irrigação deve ser realizada no mínimo duas vezes ao dia. Especial cuidado também deve ser tomado em períodos de estiagem.

Tratamentos fitossanitários devem ser efetuados sempre que necessário, de acordo com diagnostico técnico e orientado pela legislação vigente relacionada ao assunto.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar o perfeito posicionamento dos exemplares, assim como as suas condições. Eventuais exemplares que não suportem o transporte ou replantio, nos primeiros 30 dias devem ser substituídas.

d)  Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos espécies vegetais, incluindo o transporte e plantio do mesmo, assim como a manutenção nos primeiros 30 dias de plantio, assim como eventuais ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários ao plantio.

A medição será efetuada por unidade implantada, apurando-se as quantidades conforme as indicações do projeto, por m² para a grama esmeralda.

 

Pata-de-vaca (Bauhinia variegata ‘Candida’), curado, H=1,00m

Pata-de-vaca (Bauhinia variegata ‘Candida’), curado, H=1,00m

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

  • PATA-DE-VACA (Bauhiniavariegata ‘Candida’), curado, h=1,00m ou superior, unidade, Família das leguminosas. Porte: até 8m. Flores: inverno e Propagação por sementes. Características: necessita de sol pleno, ou seja, ao menos 4 horas de sol direto todos os dias. Clima ameno. Suporta solo seco, podendo receber água 1 vez por semana. Exala perfume agradável. Árvore nativa da Mata Atlântica, é pioneira e portanto importante, especialmente na regeneração de áreas. Solo rico em matéria orgânica.

A aquisição das espécies vegetais deve ser considerando a utilização de espécies curadas, especialmente no que se refere às espécies de arvores propostas em geral. Com isto quer-se dizer espécies que já tenham sido removidas do seu solo original e que já estejam adaptadas às condições de espaço reduzido para as raízes. Esta condição aumenta a probabilidade de cura definitiva do exemplar no novo terreno. O porte dos exemplares deve ser de no mínimo 1,0m de altura.

b) Execução / Controle

Sua implantação deve ser realizada junto ao término da obra, após a execução dos revestimentos externos.

  • Procedimentos de preparo no local: no momento do plantio é necessário que os buracos para a abertura e plantio das espécies seja em 2 vezes superior ao tamanho do bulbo (torrão) a ser plantado. O preenchimento do espaço excedente deve ser realizado com terra preta – substrato adubado, livre de patógenos e com Ph estabilizado. Caso o material removido seja de boa qualidade, pode ser reutilizado no plantio. Destaca-se que especial cuidado deve ser tomado de modo que as raízes não fiquem expostas e nem o caule extremamente enterrado o que poderia gerar danos ao exemplar.
  • As mudas somente devem ser movimentadas e trabalhadas no momento do seu plantio em local devifitivo, evitando assim a ocorrência de danos ás suas raízes.
  • Devem ser fixados tutores junto às mudas de arvores plantadas de modo a reforçar a estruturação do exemplar, além de guiar o seu desenvolvimento. O tutor pode ser em madeira de pinus ou eucalipto, e deve possuir no mínimo 2,3m na parte aérea e 0,60m na parte enterrada.
  • Após a realização do plantio, tanto de árvores novas como as objeto de transplante, assim como os arbustos, inicia-se o período de manutenção e de conservação dos exemplares vegetais. Neste período, a empresa responsável pela manutenção dos espaços verdes deve destinar especial atenção quanto à irrigação, adubação, podas e manutenção das áreas de permeabilidade junto aos canteiros.
  • A vegetação deve ser irrigada logo após o plantio, em especial nos primeiros 30 dias, quando a irrigação deve ser realizada no mínimo duas vezes ao dia. Especial cuidado também deve ser tomado em períodos de estiagem.
  • Tratamentos fitossanitários devem ser efetuados sempre que necessário, de acordo com diagnostico técnico e orientado pela legislação vigente relacionada ao assunto.
  • Não é recomendada a caiação ou pintura das árvores. Assim como a fixação de elementos de quaisquer natureza sobre os exemplares, como sistemas de iluminação ou mesmo de publicidade. No caso de eventual uso de placa de identificação, esta deve estar fixada junto solo. Jamais junto ao exemplar.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar o perfeito posicionamento dos exemplares, assim como as suas condições. Eventuais exemplares que não suportem o transporte ou replantio, nos primeiros 30 dias devem ser substituídas.

d)  Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos espécies vegetais, incluindo o transporte e plantio do mesmo, assim como a manutenção nos primeiros 30 dias de plantio, assim como eventuais ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários ao plantio.

A medição será efetuada por unidade implantada, apurando-se as quantidades conforme as indicações do projeto.

 

 

Ipê-Roxo (Tabebuia avellanedae), curado, H=1,00m

Ipê-Roxo (Tabebuia avellanedae), curado, H=1,00m

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

  • IPÊ-ROXO(Tabebuia avellanedae), curado, h=1,00m ou superior, unidade. Família das bignoniáceas. Porte: árvore de até 20m. Flores: inverno. Propagação: por sementes. Solo arenoso. Características: necessita de sol pleno, ou seja, ao menos 4 horas de sol direto todos os dias. Clima quente e úmido. Espécie de folhas caducas. Suporta solo seco, podendo receber água 1 vez por semana. Solo arenoso. Frequente na cidade de Porto Alegre.

A aquisição das espécies vegetais deve ser considerando a utilização de espécies curadas, especialmente no que se refere às espécies de arvores propostas em geral. Com isto quer-se dizer espécies que já tenham sido removidas do seu solo original e que já estejam adaptadas às condições de espaço reduzido para as raízes. Esta condição aumenta a probabilidade de cura definitiva do exemplar no novo terreno. O porte dos exemplares deve ser de no mínimo 1,0m de altura.

b) Execução / Controle

Sua implantação deve ser realizada junto ao término da obra, após a execução dos revestimentos externos.

  • Procedimentos de preparo no local: no momento do plantio é necessário que os buracos para a abertura e plantio das espécies seja em 2 vezes superior ao tamanho do bulbo (torrão) a ser plantado. O preenchimento do espaço excedente deve ser realizado com terra preta – substrato adubado, livre de patógenos e com Ph estabilizado. Caso o material removido seja de boa qualidade, pode ser reutilizado no plantio. Destaca-se que especial cuidado deve ser tomado de modo que as raízes não fiquem expostas e nem o caule extremamente enterrado o que poderia gerar danos ao exemplar.
  • As mudas somente devem ser movimentadas e trabalhadas no momento do seu plantio em local devifitivo, evitando assim a ocorrência de danos ás suas raízes.
  • Devem ser fixados tutores junto às mudas de arvores plantadas de modo a reforçar a estruturação do exemplar, além de guiar o seu desenvolvimento. O tutor pode ser em madeira de pinus ou eucalipto, e deve possuir no mínimo 2,3m na parte aérea e 0,60m na parte enterrada.
  • Após a realização do plantio, tanto de árvores novas como as objeto de transplante, assim como os arbustos, inicia-se o período de manutenção e de conservação dos exemplares vegetais. Neste período, a empresa responsável pela manutenção dos espaços verdes deve destinar especial atenção quanto à irrigação, adubação, podas e manutenção das áreas de permeabilidade junto aos canteiros.
  • A vegetação deve ser irrigada logo após o plantio, em especial nos primeiros 30 dias, quando a irrigação deve ser realizada no mínimo duas vezes ao dia. Especial cuidado também deve ser tomado em períodos de estiagem.
  • Tratamentos fitossanitários devem ser efetuados sempre que necessário, de acordo com diagnostico técnico e orientado pela legislação vigente relacionada ao assunto.
  • Não é recomendada a caiação ou pintura das árvores. Assim como a fixação de elementos de quaisquer natureza sobre os exemplares, como sistemas de iluminação ou mesmo de publicidade. No caso de eventual uso de placa de identificação, esta deve estar fixada junto solo. Jamais junto ao exemplar.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar o perfeito posicionamento dos exemplares, assim como as suas condições. Eventuais exemplares que não suportem o transporte ou replantio, nos primeiros 30 dias devem ser substituídas.

d)  Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos espécies vegetais, incluindo o transporte e plantio do mesmo, assim como a manutenção nos primeiros 30 dias de plantio, assim como eventuais ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários ao plantio.

A medição será efetuada por unidade implantada, apurando-se as quantidades conforme as indicações do projeto.

Cheflera (Schefflera arborícola ‘Variegata’), H=0,45m ou superior.

Cheflera (Schefflera arborícola ‘Variegata’), H=0,45m ou superior.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

  • Cheflera, Schefflera arborícola ‘Variegata’. Família das ariliáceas. Porte: arbusto de até 5m. Flores: primavera e verão. Propagação por estaquia de galhos e sementes. Características: necessita de sol pleno, ou seja, ao menos 4 horas de sol direto todos os dias, mas também se adapta à meia sombra. Clima ameno. Ideal para ser usada como maciço. Gosta de água, mas não de solo encharcado, podendo receber água 2 vezes por semana. Solo rico em matéria orgânica.

A aquisição das espécies vegetais deve ser considerando a utilização de espécies curadas, especialmente no que se refere às espécies de arvores propostas em geral. Com isto quer-se dizer espécies que já tenham sido removidas do seu solo original e que já estejam adaptadas às condições de espaço reduzido para as raízes. Esta condição aumenta a probabilidade de cura definitiva do exemplar no novo terreno. O porte dos exemplares deve ser de no mínimo 0,4m.

b) Execução / Controle

Sua implantação deve ser realizada junto ao término da obra, após a execução dos revestimentos externos.

  • Procedimentos de preparo no local: no momento do plantio é necessário que os buracos para a abertura e plantio das espécies seja em 2 vezes superior ao tamanho do bulbo (torrão) a ser plantado. O preenchimento do espaço excedente deve ser realizado com terra preta – substrato adubado, livre de patógenos e com Ph estabilizado. Caso o material removido seja de boa qualidade, pode ser reutilizado no plantio. Destaca-se que especial cuidado deve ser tomado de modo que as raízes não fiquem expostas e nem o caule extremamente enterrado o que poderia gerar danos ao exemplar.
  • As mudas somente devem ser movimentadas e trabalhadas no momento do seu plantio em local devifitivo, evitando assim a ocorrência de danos ás suas raízes.
  • Após a realização do plantio, tanto de árvores novas como as objeto de transplante, assim como os arbustos, inicia-se o período de manutenção e de conservação dos exemplares vegetais. Neste período, a empresa responsável pela manutenção dos espaços verdes deve destinar especial atenção quanto à irrigação, adubação, podas e manutenção das áreas de permeabilidade junto aos canteiros.
  • A vegetação deve ser irrigada logo após o plantio, em especial nos primeiros 30 dias, quando a irrigação deve ser realizada no mínimo duas vezes ao dia. Especial cuidado também deve ser tomado em períodos de estiagem.
  • Tratamentos fitossanitários devem ser efetuados sempre que necessário, de acordo com diagnostico técnico e orientado pela legislação vigente relacionada ao assunto.
  • Não é recomendada a caiação ou pintura dos exemplares. Assim como a fixação de elementos de quaisquer natureza sobre os exemplares, como sistemas de iluminação ou mesmo de publicidade. No caso de eventual uso de placa de identificação, esta deve estar fixada junto solo. Jamais junto ao exemplar.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar o perfeito posicionamento dos exemplares, assim como as suas condições. Eventuais exemplares que não suportem o transporte ou replantio, nos primeiros 30 dias devem ser substituídas.

d)  Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos espécies vegetais, incluindo o transporte e plantio do mesmo, assim como a manutenção nos primeiros 30 dias de plantio, assim como eventuais ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários ao plantio.

A medição será efetuada por unidade implantada, apurando-se as quantidades conforme as indicações do projeto.

 

 

Transplante de vegetação de grande porte dentro do lote de intervenção.

Transplante de vegetação de grande porte dentro do lote de intervenção.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

  • VEGETAÇÕES DE PORTE – corticeiras, figueiras, palmeiras, ou outras vegetações de grande porte, altura superior a 1,8m, existentes no interior do lote e que serão transplantadas para dentro do lote da área objeto da intervenção;

b) Execução / Controle

Seu transplante deve ser realizada junto ao término da obra, após a execução dos revestimentos externos.

  • Procedimentos de preparo no local: no momento do plantio é necessário que os buracos para a abertura e plantio das espécies seja em 2 vezes superior ao tamanho do bulbo (torrão) a ser plantado. O preenchimento do espaço excedente deve ser realizado com terra preta – substrato adubado, livre de patógenos e com Ph estabilizado. Caso o material removido seja de boa qualidade, pode ser reutilizado no plantio. Destaca-se que especial cuidado deve ser tomado de modo que as raízes não fiquem expostas e nem o caule extremamente enterrado o que poderia gerar danos ao exemplar.
  • As mudas somente devem ser movimentadas e trabalhadas no momento do seu plantio em local devifitivo, evitando assim a ocorrência de danos ás suas raízes.
  • Devem ser fixados tutores junto às mudas de arvores plantadas de modo a reforçar a estruturação do exemplar, além de guiar o seu desenvolvimento. O tutor pode ser em madeira de pinus ou eucalipto, e deve possuir no mínimo 2,3m na parte aérea e 0,60m na parte enterrada.
  • Após a realização do plantio, tanto de árvores novas como as objeto de transplante, assim como os arbustos, inicia-se o período de manutenção e de conservação dos exemplares vegetais. Neste período, a empresa responsável pela manutenção dos espaços verdes deve destinar especial atenção quanto à irrigação, adubação, podas e manutenção das áreas de permeabilidade junto aos canteiros.
  • A vegetação deve ser irrigada logo após o plantio, em especial nos primeiros 30 dias, quando a irrigação deve ser realizada no mínimo duas vezes ao dia. Especial cuidado também deve ser tomado em períodos de estiagem.
  • Tratamentos fitossanitários devem ser efetuados sempre que necessário, de acordo com diagnostico técnico e orientado pela legislação vigente relacionada ao assunto.
  • Não é recomendada a caiação ou pintura das árvores. Assim como a fixação de elementos de quaisquer natureza sobre os exemplares, como sistemas de iluminação ou mesmo de publicidade. No caso de eventual uso de placa de identificação, esta deve estar fixada junto solo. Jamais junto ao exemplar.
  • É necessária a execução de seguro prévio à operação de transplante, que resguardo os custos em caso de perda do exemplar.
  • O acompanhamento da espécie transplantado deve ter o período mínimo de duração de 1 ano.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar o perfeito posicionamento dos exemplares, assim como as suas condições. Eventuais exemplares que não suportem o transporte ou replantio, nos primeiros 30 dias devem ser substituídas.

d)  Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos espécies vegetais, incluindo o transporte e plantio do mesmo, assim como a manutenção nos primeiros 30 dias de plantio, assim como eventuais ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários ao plantio.

A medição será efetuada por unidade transplantada, apurando-se as quantidades conforme as indicações do projeto.