Disjuntor Bipolar DIN ABNT 40A Curva C.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 40A Curva C.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Disjuntor Termomagnético Bipolar ABNT 40A Curva C, também chamado minidisjuntor Bipolar, padrão DIN, para duas fases. Fabricado em poliéster ou uréia formaldeído, material termoplástico auto-extinguível, resistente ao ensaio de ponta quente de 960ºC. Possui disparo independente, com limiar múltiplo de corrente nominal, um contra curto circuito (bobina) e outro contra sobrecarga (Bimetal), atuando independente um do outro. Contatos revestidos de prata.

  • Tensão Máx de Serviço “c.a”: 440V
  • Tensão de Trabalho (V): 230/400
  • Frequência: 50 / 60HZ
  • Temperatura ambiente: Limite: 30ºC
  • Manobras Mecânicas: > 20.000
  • Manobras Elétricas: > 4.000
  • Grau de Proteção: IP 20
  • Posição de Montagem: Sem restrição
  • Fixação: Encaixe perfil DIN 35mm

Alavanca do comando protegida contra manobras acidentais e involuntárias podendo bloquear-se na posição aberto ou fechado. Os disjuntores multipolares se obtém pela união de disjuntores unipolares vinculados internamente pela união das alavancas de comando e supervisionada por um dispositivo de desencaixe instantâneo que em caso de curto-circuito em um pólo, todo o disjuntor se abre. Os terminais protegidos contra contatos diretos possuem parafusos e guias. A chave de fenda é guiada por ela para evitar que saia da fenda obtendo-se assim um excelente aperto.
O condutor é preso em um estribo que evita o corte dos arames individualmente, deixando o espaço livre do arame do condutor, obtendo-se desta forma, um insuperável contato elétrico. Os disjuntores termomagnéticos devem ser construídos com características de disparo termomagnético “CD”, segundo a classificação das normas IEC 898 e NBR 60898/98, marca SIEMENS, ou equivalente técnico.

Disjuntores Curva C são usados para proteção de circuitos em geral que também possa ter cargas de natureza indutiva que apresentam picos de corrente no momento de ligação, como microondas, ar condicionado motores para bombas, além de circuitos com carga semelhantes a essas.

O Icc (capacidade de curto circuito) do disjuntor deve estar adequada as determinações do projeto elétrico, determinada em kA.

b) Execução e controle:

Os disjuntores serão instalados conforme orientação técnica do fabricante e do projeto elétrico.

Em geral serão seguidas as seguintes etapas:

– fixação dos disjuntores na estrutura do quadro de disjuntores;

– ligação elétrica dos disjuntores;

– abertura no contra-espelho do quadro, da passagem para as alavancas dos disjuntores;

– fixação do contra-espelho no quadro;

– ajuste da porta do quadro;

– teste dos disjuntores;

c) Recebimento:

Os equipamentos deverão ser instalados rigorosamente de acordo com o projeto elétrico, não se admitindo alterações sem o prévio consentimento do responsável técnico.

Após a energização, deverá ser verificada a correta alimentação dos circuitos.

Antes da energização do disjuntor, deverá ser verificada a livre movimentação da alavanca através do acionamento da mesma.

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a execução, devendo estar em conformidade com o projeto. Deve-se verificar o resultado da instalação junto ao término do serviço, conforme NBR, a fim de verificar seu pleno funcionamento.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários a sua execução, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, eventuais acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares, bem como transporte.

A medição será efetuada por unidade efetivamente instalada.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 32A Curva C.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 32A Curva C.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Disjuntor Termomagnético Bipolar ABNT 32A Curva C, também chamado minidisjuntor Bipolar, padrão DIN, para duas fases. Fabricado em poliéster ou uréia formaldeído, material termoplástico auto-extinguível, resistente ao ensaio de ponta quente de 960ºC. Possui disparo independente, com limiar múltiplo de corrente nominal, um contra curto circuito (bobina) e outro contra sobrecarga (Bimetal), atuando independente um do outro. Contatos revestidos de prata.

  • Tensão Máx de Serviço “c.a”: 440V
  • Tensão de Trabalho (V): 230/400
  • Frequência: 50 / 60HZ
  • Temperatura ambiente: Limite: 30ºC
  • Manobras Mecânicas: > 20.000
  • Manobras Elétricas: > 4.000
  • Grau de Proteção: IP 20
  • Posição de Montagem: Sem restrição
  • Fixação: Encaixe perfil DIN 35mm

Alavanca do comando protegida contra manobras acidentais e involuntárias podendo bloquear-se na posição aberto ou fechado. Os disjuntores multipolares se obtém pela união de disjuntores unipolares vinculados internamente pela união das alavancas de comando e supervisionada por um dispositivo de desencaixe instantâneo que em caso de curto-circuito em um pólo, todo o disjuntor se abre. Os terminais protegidos contra contatos diretos possuem parafusos e guias. A chave de fenda é guiada por ela para evitar que saia da fenda obtendo-se assim um excelente aperto.
O condutor é preso em um estribo que evita o corte dos arames individualmente, deixando o espaço livre do arame do condutor, obtendo-se desta forma, um insuperável contato elétrico. Os disjuntores termomagnéticos devem ser construídos com características de disparo termomagnético “CD”, segundo a classificação das normas IEC 898 e NBR 60898/98, marca SIEMENS, ou equivalente técnico.

Disjuntores Curva C são usados para proteção de circuitos em geral que também possa ter cargas de natureza indutiva que apresentam picos de corrente no momento de ligação, como microondas, ar condicionado motores para bombas, além de circuitos com carga semelhantes a essas.

O Icc (capacidade de curto circuito) do disjuntor deve estar adequada as determinações do projeto elétrico, determinada em kA.

b) Execução e controle:

Os disjuntores serão instalados conforme orientação técnica do fabricante e do projeto elétrico.

Em geral serão seguidas as seguintes etapas:

– fixação dos disjuntores na estrutura do quadro de disjuntores;

– ligação elétrica dos disjuntores;

– abertura no contra-espelho do quadro, da passagem para as alavancas dos disjuntores;

– fixação do contra-espelho no quadro;

– ajuste da porta do quadro;

– teste dos disjuntores;

c) Recebimento:

Os equipamentos deverão ser instalados rigorosamente de acordo com o projeto elétrico, não se admitindo alterações sem o prévio consentimento do responsável técnico.

Após a energização, deverá ser verificada a correta alimentação dos circuitos.

Antes da energização do disjuntor, deverá ser verificada a livre movimentação da alavanca através do acionamento da mesma.

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a execução, devendo estar em conformidade com o projeto. Deve-se verificar o resultado da instalação junto ao término do serviço, conforme NBR, a fim de verificar seu pleno funcionamento.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários a sua execução, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, eventuais acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares, bem como transporte.

A medição será efetuada por unidade efetivamente instalada.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 25A Curva C.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 25A Curva C.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Disjuntor Termomagnético Bipolar ABNT 25A Curva C, também chamado minidisjuntor Bipolar, padrão DIN, para duas fases. Fabricado em poliéster ou uréia formaldeído, material termoplástico auto-extinguível, resistente ao ensaio de ponta quente de 960ºC. Possui disparo independente, com limiar múltiplo de corrente nominal, um contra curto circuito (bobina) e outro contra sobrecarga (Bimetal), atuando independente um do outro. Contatos revestidos de prata.

  • Tensão Máx de Serviço “c.a”: 440V
  • Tensão de Trabalho (V): 230/400
  • Frequência: 50 / 60HZ
  • Temperatura ambiente: Limite: 30ºC
  • Manobras Mecânicas: > 20.000
  • Manobras Elétricas: > 4.000
  • Grau de Proteção: IP 20
  • Posição de Montagem: Sem restrição
  • Fixação: Encaixe perfil DIN 35mm

Alavanca do comando protegida contra manobras acidentais e involuntárias podendo bloquear-se na posição aberto ou fechado. Os disjuntores multipolares se obtém pela união de disjuntores unipolares vinculados internamente pela união das alavancas de comando e supervisionada por um dispositivo de desencaixe instantâneo que em caso de curto-circuito em um pólo, todo o disjuntor se abre. Os terminais protegidos contra contatos diretos possuem parafusos e guias. A chave de fenda é guiada por ela para evitar que saia da fenda obtendo-se assim um excelente aperto.
O condutor é preso em um estribo que evita o corte dos arames individualmente, deixando o espaço livre do arame do condutor, obtendo-se desta forma, um insuperável contato elétrico. Os disjuntores termomagnéticos devem ser construídos com características de disparo termomagnético “CD”, segundo a classificação das normas IEC 898 e NBR 60898/98, marca SIEMENS, ou equivalente técnico.

Disjuntores Curva C são usados para proteção de circuitos em geral que também possa ter cargas de natureza indutiva que apresentam picos de corrente no momento de ligação, como microondas, ar condicionado motores para bombas, além de circuitos com carga semelhantes a essas.

O Icc (capacidade de curto circuito) do disjuntor deve estar adequada as determinações do projeto elétrico, determinada em kA.

b) Execução e controle:

Os disjuntores serão instalados conforme orientação técnica do fabricante e do projeto elétrico.

Em geral serão seguidas as seguintes etapas:

– fixação dos disjuntores na estrutura do quadro de disjuntores;

– ligação elétrica dos disjuntores;

– abertura no contra-espelho do quadro, da passagem para as alavancas dos disjuntores;

– fixação do contra-espelho no quadro;

– ajuste da porta do quadro;

– teste dos disjuntores;

c) Recebimento:

Os equipamentos deverão ser instalados rigorosamente de acordo com o projeto elétrico, não se admitindo alterações sem o prévio consentimento do responsável técnico.

Após a energização, deverá ser verificada a correta alimentação dos circuitos.

Antes da energização do disjuntor, deverá ser verificada a livre movimentação da alavanca através do acionamento da mesma.

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a execução, devendo estar em conformidade com o projeto. Deve-se verificar o resultado da instalação junto ao término do serviço, conforme NBR, a fim de verificar seu pleno funcionamento.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários a sua execução, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, eventuais acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares, bem como transporte.

A medição será efetuada por unidade efetivamente instalada.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 20A Curva C.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 20A Curva C.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Disjuntor Termomagnético Bipolar ABNT 20A Curva C, também chamado minidisjuntor Bipolar, padrão DIN, para duas fases. Fabricado em poliéster ou uréia formaldeído, material termoplástico auto-extinguível, resistente ao ensaio de ponta quente de 960ºC. Possui disparo independente, com limiar múltiplo de corrente nominal, um contra curto circuito (bobina) e outro contra sobrecarga (Bimetal), atuando independente um do outro. Contatos revestidos de prata.

  • Tensão Máx de Serviço “c.a”: 440V
  • Tensão de Trabalho (V): 230/400
  • Frequência: 50 / 60HZ
  • Temperatura ambiente: Limite: 30ºC
  • Manobras Mecânicas: > 20.000
  • Manobras Elétricas: > 4.000
  • Grau de Proteção: IP 20
  • Posição de Montagem: Sem restrição
  • Fixação: Encaixe perfil DIN 35mm

Alavanca do comando protegida contra manobras acidentais e involuntárias podendo bloquear-se na posição aberto ou fechado. Os disjuntores multipolares se obtém pela união de disjuntores unipolares vinculados internamente pela união das alavancas de comando e supervisionada por um dispositivo de desencaixe instantâneo que em caso de curto-circuito em um pólo, todo o disjuntor se abre. Os terminais protegidos contra contatos diretos possuem parafusos e guias. A chave de fenda é guiada por ela para evitar que saia da fenda obtendo-se assim um excelente aperto.
O condutor é preso em um estribo que evita o corte dos arames individualmente, deixando o espaço livre do arame do condutor, obtendo-se desta forma, um insuperável contato elétrico. Os disjuntores termomagnéticos devem ser construídos com características de disparo termomagnético “CD”, segundo a classificação das normas IEC 898 e NBR 60898/98, marca SIEMENS, ou equivalente técnico.

Disjuntores Curva C são usados para proteção de circuitos em geral que também possa ter cargas de natureza indutiva que apresentam picos de corrente no momento de ligação, como microondas, ar condicionado motores para bombas, além de circuitos com carga semelhantes a essas.

O Icc (capacidade de curto circuito) do disjuntor deve estar adequada as determinações do projeto elétrico, determinada em kA.

b) Execução e controle:

Os disjuntores serão instalados conforme orientação técnica do fabricante e do projeto elétrico.

Em geral serão seguidas as seguintes etapas:

– fixação dos disjuntores na estrutura do quadro de disjuntores;

– ligação elétrica dos disjuntores;

– abertura no contra-espelho do quadro, da passagem para as alavancas dos disjuntores;

– fixação do contra-espelho no quadro;

– ajuste da porta do quadro;

– teste dos disjuntores;

c) Recebimento:

Os equipamentos deverão ser instalados rigorosamente de acordo com o projeto elétrico, não se admitindo alterações sem o prévio consentimento do responsável técnico.

Após a energização, deverá ser verificada a correta alimentação dos circuitos.

Antes da energização do disjuntor, deverá ser verificada a livre movimentação da alavanca através do acionamento da mesma.

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a execução, devendo estar em conformidade com o projeto. Deve-se verificar o resultado da instalação junto ao término do serviço, conforme NBR, a fim de verificar seu pleno funcionamento.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários a sua execução, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, eventuais acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares, bem como transporte.

A medição será efetuada por unidade efetivamente instalada.

Vaso sanitário convencional – louça branca, incluindo assento.

Vaso sanitário convencional – louça branca, incluindo assento.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Conjunto Bacia convencional, com consumo de 6 litros de água por fluxo, cor Branco, padrão médio, modelo Monte Carlo, marca DECA ou equivalente técnico e assento compatível, cor 01 Branco, da DECA ou equivalente técnico. Bacia preparada para a utilização com sistema de descarga com tecnologia dupla, com dois botões: descarga completa: 6 litros (limpeza total) e descarga com volume reduzido: 3 litros (troca de líquidos).

Consumo de água (litros por fluxo): 6.0 lpf

Tipo de sifão: sifão oculto

Saída de esgoto               : vertical

Composição básica: argila, feldspato, caulim, vidrados e corantes inorgânicos.

Orgão normatizador: ABNT

Número norma(s)/decreto(s): NBR 15097-1 e NBR 15097-2

Observação: Os metais e respectivos acabamentos e acessórios serão instalados em restrita observância às recomendações do fabricante. O perfeito estado de cada item será cuidadosamente verificado antes de sua colocação, não devendo ser aceitos quaisquer defeitos decorrentes de fabricação, transportes, manuseio e instalação inadequada.

b) Execução / Controle:

Materiais complementares necessários:

– Parafusos de fixação, conforme marca e modelo. Pode ser adquirido também kit próprio da marca com as peças de fixação;

– anel de vedação;

– tubo de ligação;

Procedimentos:

– Cortar o tubo de esgoto deixando-o com aproximadamente 10mm acima do piso. Procedimentos de impermeabilização do local já devem estar executados junto ao tubo;

– Posicionar a bacia no local de instalação, medir e cortar o tubo de ligação para entrada d’água na medida necessária;

– Com a bacia ainda no local de instalação, trace no piso uma linha em todo o contorno da base da louça, marque também no piso a posição dos furos de fixação da bacia. Retire a bacia e ligue as duas marcações referentes a fixação com uma reta. Medir 35mm a partir da linha de contorno da bacia, sobre a linha de fixação e marcar. Furar o local demarcado com uma broca de 10mm e inserir a bucha S10C.

– Quando for o caso, posicionar os suportes “L” e fixá-los no chão com as arruelas e os parafusos. Ajustar os suportes de modo que fiquem justos com a parte interna da base da bacia.

– Para esta operação o local deve estar isento de umidade e poeira. Moldar o anel de vedação (ou anel de cera) no tubo de esgoto no piso e aplicar um cordão fino de silicone antimofo a uma distância de 5mm da linha de contorno da base da bacia.

– Encaixe a bacia no tubo de ligação e aproxime-a da parede de modo que os furos nas laterais da louça coincidam com os suportes “L”. Pressione-a contra o piso (efetuar esta operação com a ajuda de outra pessoa). Com a bacia na posição, fixá-lo com a bucha plástica e o parafuso de fixação lateral e colocar os acabamentos. Para melhor fixação da louça no piso, encaixar a bucha no parafuso e rosqueá-los apontados para baixo.

– Remova o excesso de silicone da base externa da bacia.

– Antes de considerar terminada a instalação, testar sua estanqueidade.

 Os aparelhos e respectivos pertences e acessórios serão instalados em restrita observância às recomendações do fabricante. O perfeito estado de cada aparelho será cuidadosamente verificado antes de sua colocação, não devendo ser aceitos quaisquer defeitos decorrentes de fabricação, transportes, manuseio e instalação inadequada.

Para a instalação das louças de sanitários e cozinhas, os serviços de revestimento interno (tetos, paredes e pisos) e instalações hidráulicas devem estar concluídos. As proteções de água e de esgoto (plugues) têm de ser removidas.

A instalação deve ser executada por profissionais especializados, devendo ser observadas as instruções do fabricante.

Todas as peças pertences e complementares devem ser instaladas de acordo com as indicações do projeto arquitetônico, compatibilizadas com as informações especificas do projeto das instalações hidráulicas.

Quanto às peças de louça que estiverem parcial ou totalmente embutidas, recomenda-se que, sempre que possível, tenham a sua borda superior coincidindo com as juntas horizontais dos revestimentos. As posições relativas das diferentes peças têm de estar de acordo com as recomendações definidas no projeto arquitetônico.

A instalação das peças de sobrepor tem de estar de acordo com as recomendações definidas no projeto arquitetônico

O vaso sanitário deve ser fixado ao piso com parafuso, através de bucha de “nylon”. O tubo de ligação para entrada de água deve ser cromado, com canopla e montado com anéis de borracha para vedação. A tampa plástica deve ser fixada com parafusos e arruelas de plástico.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a locação, as dimensões, a vedação e o acabamento dos equipamentos e acessórios, em conformidade com o projeto. Será verificado igualmente, o funcionamento dos mesmos, a conformidade dos materiais e acabamentos com as especificações, bem como a colocação, a fixação, e o ajuste.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários à sua instalação, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, serviços auxiliares de pedreiro, acabamento, limpeza e outros serviços complementares.

A medição será efetuada com base nas unidades efetivamente instaladas, conforme definido em projeto específico.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 16A Curva C.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 16A Curva C.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Disjuntor Termomagnético Bipolar ABNT 16A Curva C, também chamado minidisjuntor Bipolar, padrão DIN, para duas fases. Fabricado em poliéster ou uréia formaldeído, material termoplástico auto-extinguível, resistente ao ensaio de ponta quente de 960ºC. Possui disparo independente, com limiar múltiplo de corrente nominal, um contra curto circuito (bobina) e outro contra sobrecarga (Bimetal), atuando independente um do outro. Contatos revestidos de prata.

  • Tensão Máx de Serviço “c.a”: 440V
  • Tensão de Trabalho (V): 230/400
  • Frequência: 50 / 60HZ
  • Temperatura ambiente: Limite: 30ºC
  • Manobras Mecânicas: > 20.000
  • Manobras Elétricas: > 4.000
  • Grau de Proteção: IP 20
  • Posição de Montagem: Sem restrição
  • Fixação: Encaixe perfil DIN 35mm

Alavanca do comando protegida contra manobras acidentais e involuntárias podendo bloquear-se na posição aberto ou fechado. Os disjuntores multipolares se obtém pela união de disjuntores unipolares vinculados internamente pela união das alavancas de comando e supervisionada por um dispositivo de desencaixe instantâneo que em caso de curto-circuito em um pólo, todo o disjuntor se abre. Os terminais protegidos contra contatos diretos possuem parafusos e guias. A chave de fenda é guiada por ela para evitar que saia da fenda obtendo-se assim um excelente aperto.
O condutor é preso em um estribo que evita o corte dos arames individualmente, deixando o espaço livre do arame do condutor, obtendo-se desta forma, um insuperável contato elétrico. Os disjuntores termomagnéticos devem ser construídos com características de disparo termomagnético “CD”, segundo a classificação das normas IEC 898 e NBR 60898/98, marca SIEMENS, ou equivalente técnico.

Disjuntores Curva C são usados para proteção de circuitos em geral que também possa ter cargas de natureza indutiva que apresentam picos de corrente no momento de ligação, como microondas, ar condicionado motores para bombas, além de circuitos com carga semelhantes a essas.

O Icc (capacidade de curto circuito) do disjuntor deve estar adequada as determinações do projeto elétrico, determinada em kA.

b) Execução e controle:

Os disjuntores serão instalados conforme orientação técnica do fabricante e do projeto elétrico.

Em geral serão seguidas as seguintes etapas:

– fixação dos disjuntores na estrutura do quadro de disjuntores;

– ligação elétrica dos disjuntores;

– abertura no contra-espelho do quadro, da passagem para as alavancas dos disjuntores;

– fixação do contra-espelho no quadro;

– ajuste da porta do quadro;

– teste dos disjuntores;

c) Recebimento:

Os equipamentos deverão ser instalados rigorosamente de acordo com o projeto elétrico, não se admitindo alterações sem o prévio consentimento do responsável técnico.

Após a energização, deverá ser verificada a correta alimentação dos circuitos.

Antes da energização do disjuntor, deverá ser verificada a livre movimentação da alavanca através do acionamento da mesma.

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a execução, devendo estar em conformidade com o projeto. Deve-se verificar o resultado da instalação junto ao término do serviço, conforme NBR, a fim de verificar seu pleno funcionamento.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários a sua execução, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, eventuais acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares, bem como transporte.

A medição será efetuada por unidade efetivamente instalada.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 10A Curva C.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 10A Curva C.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Disjuntor Termomagnético Bipolar ABNT 10A Curva C, também chamado minidisjuntor Bipolar, padrão DIN, para duas fases. Fabricado em poliéster ou uréia formaldeído, material termoplástico auto-extinguível, resistente ao ensaio de ponta quente de 960ºC. Possui disparo independente, com limiar múltiplo de corrente nominal, um contra curto circuito (bobina) e outro contra sobrecarga (Bimetal), atuando independente um do outro. Contatos revestidos de prata.

  • Tensão Máx de Serviço “c.a”: 440V
  • Tensão de Trabalho (V): 230/400
  • Frequência: 50 / 60HZ
  • Temperatura ambiente: Limite: 30ºC
  • Manobras Mecânicas: > 20.000
  • Manobras Elétricas: > 4.000
  • Grau de Proteção: IP 20
  • Posição de Montagem: Sem restrição
  • Fixação: Encaixe perfil DIN 35mm

Alavanca do comando protegida contra manobras acidentais e involuntárias podendo bloquear-se na posição aberto ou fechado. Os disjuntores multipolares se obtém pela união de disjuntores unipolares vinculados internamente pela união das alavancas de comando e supervisionada por um dispositivo de desencaixe instantâneo que em caso de curto-circuito em um pólo, todo o disjuntor se abre. Os terminais protegidos contra contatos diretos possuem parafusos e guias. A chave de fenda é guiada por ela para evitar que saia da fenda obtendo-se assim um excelente aperto.
O condutor é preso em um estribo que evita o corte dos arames individualmente, deixando o espaço livre do arame do condutor, obtendo-se desta forma, um insuperável contato elétrico. Os disjuntores termomagnéticos devem ser construídos com características de disparo termomagnético “CD”, segundo a classificação das normas IEC 898 e NBR 60898/98, marca SIEMENS, ou equivalente técnico.

Disjuntores Curva C são usados para proteção de circuitos em geral que também possa ter cargas de natureza indutiva que apresentam picos de corrente no momento de ligação, como microondas, ar condicionado motores para bombas, além de circuitos com carga semelhantes a essas.

O Icc (capacidade de curto circuito) do disjuntor deve estar adequada as determinações do projeto elétrico, determinada em kA.

b) Execução e controle:

Os disjuntores serão instalados conforme orientação técnica do fabricante e do projeto elétrico.

Em geral serão seguidas as seguintes etapas:

– fixação dos disjuntores na estrutura do quadro de disjuntores;

– ligação elétrica dos disjuntores;

– abertura no contra-espelho do quadro, da passagem para as alavancas dos disjuntores;

– fixação do contra-espelho no quadro;

– ajuste da porta do quadro;

– teste dos disjuntores;

c) Recebimento:

Os equipamentos deverão ser instalados rigorosamente de acordo com o projeto elétrico, não se admitindo alterações sem o prévio consentimento do responsável técnico.

Após a energização, deverá ser verificada a correta alimentação dos circuitos.

Antes da energização do disjuntor, deverá ser verificada a livre movimentação da alavanca através do acionamento da mesma.

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a execução, devendo estar em conformidade com o projeto. Deve-se verificar o resultado da instalação junto ao término do serviço, conforme NBR, a fim de verificar seu pleno funcionamento.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários a sua execução, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, eventuais acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares, bem como transporte.

A medição será efetuada por unidade efetivamente instalada.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 6A Curva C.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 6A Curva C.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Disjuntor Termomagnético Bipolar ABNT 6A Curva C, também chamado minidisjuntor Bipolar, padrão DIN, para duas fases. Fabricado em poliéster ou uréia formaldeído, material termoplástico auto-extinguível, resistente ao ensaio de ponta quente de 960ºC. Possui disparo independente, com limiar múltiplo de corrente nominal, um contra curto circuito (bobina) e outro contra sobrecarga (Bimetal), atuando independente um do outro. Contatos revestidos de prata.

  • Tensão Máx de Serviço “c.a”: 440V
  • Tensão de Trabalho (V): 230/400
  • Frequência: 50 / 60HZ
  • Temperatura ambiente: Limite: 30ºC
  • Manobras Mecânicas: > 20.000
  • Manobras Elétricas: > 4.000
  • Grau de Proteção: IP 20
  • Posição de Montagem: Sem restrição
  • Fixação: Encaixe perfil DIN 35mm

Alavanca do comando protegida contra manobras acidentais e involuntárias podendo bloquear-se na posição aberto ou fechado. Os disjuntores multipolares se obtém pela união de disjuntores unipolares vinculados internamente pela união das alavancas de comando e supervisionada por um dispositivo de desencaixe instantâneo que em caso de curto-circuito em um pólo, todo o disjuntor se abre. Os terminais protegidos contra contatos diretos possuem parafusos e guias. A chave de fenda é guiada por ela para evitar que saia da fenda obtendo-se assim um excelente aperto.
O condutor é preso em um estribo que evita o corte dos arames individualmente, deixando o espaço livre do arame do condutor, obtendo-se desta forma, um insuperável contato elétrico. Os disjuntores termomagnéticos devem ser construídos com características de disparo termomagnético “CD”, segundo a classificação das normas IEC 898 e NBR 60898/98, marca SIEMENS, ou equivalente técnico.

Disjuntores Curva C são usados para proteção de circuitos em geral que também possa ter cargas de natureza indutiva que apresentam picos de corrente no momento de ligação, como microondas, ar condicionado motores para bombas, além de circuitos com carga semelhantes a essas.

O Icc (capacidade de curto circuito) do disjuntor deve estar adequada as determinações do projeto elétrico, determinada em kA.

b) Execução e controle:

Os disjuntores serão instalados conforme orientação técnica do fabricante e do projeto elétrico.

Em geral serão seguidas as seguintes etapas:

– fixação dos disjuntores na estrutura do quadro de disjuntores;

– ligação elétrica dos disjuntores;

– abertura no contra-espelho do quadro, da passagem para as alavancas dos disjuntores;

– fixação do contra-espelho no quadro;

– ajuste da porta do quadro;

– teste dos disjuntores;

c) Recebimento:

Os equipamentos deverão ser instalados rigorosamente de acordo com o projeto elétrico, não se admitindo alterações sem o prévio consentimento do responsável técnico.

Após a energização, deverá ser verificada a correta alimentação dos circuitos.

Antes da energização do disjuntor, deverá ser verificada a livre movimentação da alavanca através do acionamento da mesma.

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a execução, devendo estar em conformidade com o projeto. Deve-se verificar o resultado da instalação junto ao término do serviço, conforme NBR, a fim de verificar seu pleno funcionamento.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários a sua execução, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, eventuais acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares, bem como transporte.

A medição será efetuada por unidade efetivamente instalada.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 40A Curva B.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 40A Curva B.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Disjuntor Termomagnético Bipolar ABNT 40A Curva B, também chamado minidisjuntor Bipolar, padrão DIN, para duas fases. Fabricado em poliéster ou uréia formaldeído, material termoplástico auto-extinguível, resistente ao ensaio de ponta quente de 960ºC. Possui disparo independente, com limiar múltiplo de corrente nominal, um contra curto circuito (bobina) e outro contra sobrecarga (Bimetal), atuando independente um do outro. Contatos revestidos de prata.

  • Tensão Máx de Serviço “c.a”: 440V
  • Tensão de Trabalho (V): 230/400
  • Frequência: 50 / 60HZ
  • Temperatura ambiente: Limite: 30ºC
  • Manobras Mecânicas: > 20.000
  • Manobras Elétricas: > 4.000
  • Grau de Proteção: IP 20
  • Posição de Montagem: Sem restrição
  • Fixação: Encaixe perfil DIN 35mm

Alavanca do comando protegida contra manobras acidentais e involuntárias podendo bloquear-se na posição aberto ou fechado. Os disjuntores multipolares se obtém pela união de disjuntores unipolares vinculados internamente pela união das alavancas de comando e supervisionada por um dispositivo de desencaixe instantâneo que em caso de curto-circuito em um pólo, todo o disjuntor se abre. Os terminais protegidos contra contatos diretos possuem parafusos e guias. A chave de fenda é guiada por ela para evitar que saia da fenda obtendo-se assim um excelente aperto.
O condutor é preso em um estribo que evita o corte dos arames individualmente, deixando o espaço livre do arame do condutor, obtendo-se desta forma, um insuperável contato elétrico. Os disjuntores termomagnéticos devem ser construídos com características de disparo termomagnético “CD”, segundo a classificação das normas IEC 898 e NBR 60898/98, marca SIEMENS, ou equivalente técnico.

Disjuntores Curva B são usados em proteção de circuitos que alimentam cargas com características predominantemente resistivas, como lâmpadas incandescentes, chuveiros, torneiras e aquecedores elétricos, além dos circuitos de tomadas em uso geral.

O Icc (capacidade de curto circuito) do disjuntor deve estar adequada as determinações do projeto elétrico, determinada em kA.

b) Execução e controle:

Os disjuntores serão instalados conforme orientação técnica do fabricante e do projeto elétrico.

Em geral serão seguidas as seguintes etapas:

– fixação dos disjuntores na estrutura do quadro de disjuntores;

– ligação elétrica dos disjuntores;

– abertura no contra-espelho do quadro, da passagem para as alavancas dos disjuntores;

– fixação do contra-espelho no quadro;

– ajuste da porta do quadro;

– teste dos disjuntores;

c) Recebimento:

Os equipamentos deverão ser instalados rigorosamente de acordo com o projeto elétrico, não se admitindo alterações sem o prévio consentimento do responsável técnico.

Após a energização, deverá ser verificada a correta alimentação dos circuitos.

Antes da energização do disjuntor, deverá ser verificada a livre movimentação da alavanca através do acionamento da mesma.

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a execução, devendo estar em conformidade com o projeto. Deve-se verificar o resultado da instalação junto ao término do serviço, conforme NBR, a fim de verificar seu pleno funcionamento.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários a sua execução, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, eventuais acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares, bem como transporte.

A medição será efetuada por unidade efetivamente instalada.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 32A Curva B.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 32A Curva B.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Disjuntor Termomagnético Bipolar ABNT 32A Curva B, também chamado minidisjuntor Bipolar, padrão DIN, para duas fases. Fabricado em poliéster ou uréia formaldeído, material termoplástico auto-extinguível, resistente ao ensaio de ponta quente de 960ºC. Possui disparo independente, com limiar múltiplo de corrente nominal, um contra curto circuito (bobina) e outro contra sobrecarga (Bimetal), atuando independente um do outro. Contatos revestidos de prata.

  • Tensão Máx de Serviço “c.a”: 440V
  • Tensão de Trabalho (V): 230/400
  • Frequência: 50 / 60HZ
  • Temperatura ambiente: Limite: 30ºC
  • Manobras Mecânicas: > 20.000
  • Manobras Elétricas: > 4.000
  • Grau de Proteção: IP 20
  • Posição de Montagem: Sem restrição
  • Fixação: Encaixe perfil DIN 35mm

Alavanca do comando protegida contra manobras acidentais e involuntárias podendo bloquear-se na posição aberto ou fechado. Os disjuntores multipolares se obtém pela união de disjuntores unipolares vinculados internamente pela união das alavancas de comando e supervisionada por um dispositivo de desencaixe instantâneo que em caso de curto-circuito em um pólo, todo o disjuntor se abre. Os terminais protegidos contra contatos diretos possuem parafusos e guias. A chave de fenda é guiada por ela para evitar que saia da fenda obtendo-se assim um excelente aperto.
O condutor é preso em um estribo que evita o corte dos arames individualmente, deixando o espaço livre do arame do condutor, obtendo-se desta forma, um insuperável contato elétrico. Os disjuntores termomagnéticos devem ser construídos com características de disparo termomagnético “CD”, segundo a classificação das normas IEC 898 e NBR 60898/98, marca SIEMENS, ou equivalente técnico.

Disjuntores Curva B são usados em proteção de circuitos que alimentam cargas com características predominantemente resistivas, como lâmpadas incandescentes, chuveiros, torneiras e aquecedores elétricos, além dos circuitos de tomadas em uso geral.

O Icc (capacidade de curto circuito) do disjuntor deve estar adequada as determinações do projeto elétrico, determinada em kA.

b) Execução e controle:

Os disjuntores serão instalados conforme orientação técnica do fabricante e do projeto elétrico.

Em geral serão seguidas as seguintes etapas:

– fixação dos disjuntores na estrutura do quadro de disjuntores;

– ligação elétrica dos disjuntores;

– abertura no contra-espelho do quadro, da passagem para as alavancas dos disjuntores;

– fixação do contra-espelho no quadro;

– ajuste da porta do quadro;

– teste dos disjuntores;

c) Recebimento:

Os equipamentos deverão ser instalados rigorosamente de acordo com o projeto elétrico, não se admitindo alterações sem o prévio consentimento do responsável técnico.

Após a energização, deverá ser verificada a correta alimentação dos circuitos.

Antes da energização do disjuntor, deverá ser verificada a livre movimentação da alavanca através do acionamento da mesma.

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a execução, devendo estar em conformidade com o projeto. Deve-se verificar o resultado da instalação junto ao término do serviço, conforme NBR, a fim de verificar seu pleno funcionamento.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários a sua execução, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, eventuais acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares, bem como transporte.

A medição será efetuada por unidade efetivamente instalada.