Disjuntor Bipolar DIN ABNT 25A Curva B.

Disjuntor Bipolar DIN ABNT 25A Curva B.

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

Disjuntor Termomagnético Bipolar ABNT 25A Curva B, também chamado minidisjuntor Bipolar, padrão DIN, para duas fases. Fabricado em poliéster ou uréia formaldeído, material termoplástico auto-extinguível, resistente ao ensaio de ponta quente de 960ºC. Possui disparo independente, com limiar múltiplo de corrente nominal, um contra curto circuito (bobina) e outro contra sobrecarga (Bimetal), atuando independente um do outro. Contatos revestidos de prata.

  • Tensão Máx de Serviço “c.a”: 440V
  • Tensão de Trabalho (V): 230/400
  • Frequência: 50 / 60HZ
  • Temperatura ambiente: Limite: 30ºC
  • Manobras Mecânicas: > 20.000
  • Manobras Elétricas: > 4.000
  • Grau de Proteção: IP 20
  • Posição de Montagem: Sem restrição
  • Fixação: Encaixe perfil DIN 35mm

Alavanca do comando protegida contra manobras acidentais e involuntárias podendo bloquear-se na posição aberto ou fechado. Os disjuntores multipolares se obtém pela união de disjuntores unipolares vinculados internamente pela união das alavancas de comando e supervisionada por um dispositivo de desencaixe instantâneo que em caso de curto-circuito em um pólo, todo o disjuntor se abre. Os terminais protegidos contra contatos diretos possuem parafusos e guias. A chave de fenda é guiada por ela para evitar que saia da fenda obtendo-se assim um excelente aperto.
O condutor é preso em um estribo que evita o corte dos arames individualmente, deixando o espaço livre do arame do condutor, obtendo-se desta forma, um insuperável contato elétrico. Os disjuntores termomagnéticos devem ser construídos com características de disparo termomagnético “CD”, segundo a classificação das normas IEC 898 e NBR 60898/98, marca SIEMENS, ou equivalente técnico.

Disjuntores Curva B são usados em proteção de circuitos que alimentam cargas com características predominantemente resistivas, como lâmpadas incandescentes, chuveiros, torneiras e aquecedores elétricos, além dos circuitos de tomadas em uso geral.

O Icc (capacidade de curto circuito) do disjuntor deve estar adequada as determinações do projeto elétrico, determinada em kA.

b) Execução e controle:

Os disjuntores serão instalados conforme orientação técnica do fabricante e do projeto elétrico.

Em geral serão seguidas as seguintes etapas:

– fixação dos disjuntores na estrutura do quadro de disjuntores;

– ligação elétrica dos disjuntores;

– abertura no contra-espelho do quadro, da passagem para as alavancas dos disjuntores;

– fixação do contra-espelho no quadro;

– ajuste da porta do quadro;

– teste dos disjuntores;

c) Recebimento:

Os equipamentos deverão ser instalados rigorosamente de acordo com o projeto elétrico, não se admitindo alterações sem o prévio consentimento do responsável técnico.

Após a energização, deverá ser verificada a correta alimentação dos circuitos.

Antes da energização do disjuntor, deverá ser verificada a livre movimentação da alavanca através do acionamento da mesma.

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a execução, devendo estar em conformidade com o projeto. Deve-se verificar o resultado da instalação junto ao término do serviço, conforme NBR, a fim de verificar seu pleno funcionamento.

d) Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos materiais, ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários a sua execução, conforme especificações e recomendações do fabricante, incluindo materiais acessórios, eventuais acabamentos, serviços auxiliares de limpeza e outros serviços complementares, bem como transporte.

A medição será efetuada por unidade efetivamente instalada.