Ipê-Roxo (Tabebuia avellanedae), curado, H=1,00m

Ipê-Roxo (Tabebuia avellanedae), curado, H=1,00m

Localização: Projeto deve indicar o local onde está sendo utilizado o produto especificado.

a) Especificação dos materiais:

  • IPÊ-ROXO(Tabebuia avellanedae), curado, h=1,00m ou superior, unidade. Família das bignoniáceas. Porte: árvore de até 20m. Flores: inverno. Propagação: por sementes. Solo arenoso. Características: necessita de sol pleno, ou seja, ao menos 4 horas de sol direto todos os dias. Clima quente e úmido. Espécie de folhas caducas. Suporta solo seco, podendo receber água 1 vez por semana. Solo arenoso. Frequente na cidade de Porto Alegre.

A aquisição das espécies vegetais deve ser considerando a utilização de espécies curadas, especialmente no que se refere às espécies de arvores propostas em geral. Com isto quer-se dizer espécies que já tenham sido removidas do seu solo original e que já estejam adaptadas às condições de espaço reduzido para as raízes. Esta condição aumenta a probabilidade de cura definitiva do exemplar no novo terreno. O porte dos exemplares deve ser de no mínimo 1,0m de altura.

b) Execução / Controle

Sua implantação deve ser realizada junto ao término da obra, após a execução dos revestimentos externos.

  • Procedimentos de preparo no local: no momento do plantio é necessário que os buracos para a abertura e plantio das espécies seja em 2 vezes superior ao tamanho do bulbo (torrão) a ser plantado. O preenchimento do espaço excedente deve ser realizado com terra preta – substrato adubado, livre de patógenos e com Ph estabilizado. Caso o material removido seja de boa qualidade, pode ser reutilizado no plantio. Destaca-se que especial cuidado deve ser tomado de modo que as raízes não fiquem expostas e nem o caule extremamente enterrado o que poderia gerar danos ao exemplar.
  • As mudas somente devem ser movimentadas e trabalhadas no momento do seu plantio em local devifitivo, evitando assim a ocorrência de danos ás suas raízes.
  • Devem ser fixados tutores junto às mudas de arvores plantadas de modo a reforçar a estruturação do exemplar, além de guiar o seu desenvolvimento. O tutor pode ser em madeira de pinus ou eucalipto, e deve possuir no mínimo 2,3m na parte aérea e 0,60m na parte enterrada.
  • Após a realização do plantio, tanto de árvores novas como as objeto de transplante, assim como os arbustos, inicia-se o período de manutenção e de conservação dos exemplares vegetais. Neste período, a empresa responsável pela manutenção dos espaços verdes deve destinar especial atenção quanto à irrigação, adubação, podas e manutenção das áreas de permeabilidade junto aos canteiros.
  • A vegetação deve ser irrigada logo após o plantio, em especial nos primeiros 30 dias, quando a irrigação deve ser realizada no mínimo duas vezes ao dia. Especial cuidado também deve ser tomado em períodos de estiagem.
  • Tratamentos fitossanitários devem ser efetuados sempre que necessário, de acordo com diagnostico técnico e orientado pela legislação vigente relacionada ao assunto.
  • Não é recomendada a caiação ou pintura das árvores. Assim como a fixação de elementos de quaisquer natureza sobre os exemplares, como sistemas de iluminação ou mesmo de publicidade. No caso de eventual uso de placa de identificação, esta deve estar fixada junto solo. Jamais junto ao exemplar.

c) Recebimento:

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar o perfeito posicionamento dos exemplares, assim como as suas condições. Eventuais exemplares que não suportem o transporte ou replantio, nos primeiros 30 dias devem ser substituídas.

d)  Medição e Pagamento:

O preço deverá compreender todas as despesas decorrentes do fornecimento dos espécies vegetais, incluindo o transporte e plantio do mesmo, assim como a manutenção nos primeiros 30 dias de plantio, assim como eventuais ferramentas, equipamentos e mão-de-obra necessários ao plantio.

A medição será efetuada por unidade implantada, apurando-se as quantidades conforme as indicações do projeto.